terça-feira
12 maio

Dique Flutuante Rio Madeira: Exército inaugura doca que amplia manutenção do CECMA na Amazônia com recursos do SISFRON, aumenta segurança e valoriza tropa ribeirinha

Com a instalação do Dique Flutuante Rio Madeira, o Exército passa a realizar docagem completa de embarcações, encurtando prazos de manutenção e elevando a segurança da navegação no teatro amazônico

O Centro de Embarcações do Comando Militar da Amazônia, CECMA, inaugurou o novo dique flutuante que permitirá a docagem e a manutenção integral de barcos usados nas operações ribeirinhas.

A estrutura conta com sistema hidráulico de enchimento e esvaziamento de tanques de lastro, o que viabiliza a emersão total das partes submersas para inspeções e reparos até então dependentes de estruturas externas.

A entrega, custeada com recursos do SISFRON, consolida um ciclo de modernização logística que reduz a indisponibilidade dos meios e reforça a segurança das tropas, conforme informação divulgada pelo Centro de Embarcações do Comando Militar da Amazônia (CECMA).

Estrutura e funcionamento

O dique opera por meio de um mecanismo hidráulico que controla tanques de lastro, permitindo elevar ou afundar a plataforma para retirar as embarcações da água.

Essa capacidade torna possível realizar inspeção de casco, reparo de hélices e eixos, tratamento anticorrosivo, soldagem estrutural e outros serviços de engenharia naval diretamente no CECMA, reduzindo deslocamentos e tempo de inatividade.

Impacto para a tropa ribeirinha

A presença do dique altera a rotina das equipes que atuam na região, pois oferece manutenção preventiva e corretiva com maior rapidez, aumentando a confiança nas embarcações e a segurança nas patrulhas.

A iniciativa também valoriza o trabalho dos militares que operam nos rios da Amazônia, e ressalta a expressão usada por integrantes da tropa, “Parece fácil, porque fazemos parecer fácil.”, como reconhecimento da técnica e resiliência exigidas nas atividades ribeirinhas.

Modernização logística e papel do SISFRON

O novo dique integra investimentos do Sistema de Monitoramento de Fronteiras, SISFRON, que vem impulsionando a modernização de estruturas na Amazônia Ocidental.

Ao permitir manutenção no próprio teatro de operações, a obra reduz custos logísticos, aumenta a eficiência operacional e fortalece a autonomia do Exército para sustentar presença contínua em uma área de fronteira sensível.

O que muda na rotina operacional

Com menor tempo de indisponibilidade, a frota passa a contar com maior disponibilidade para patrulhamento, apoio a populações ribeirinhas e respostas rápidas a incidentes, aumentando a capacidade de sustentação logística.

O dique passa a ser uma ferramenta estratégica do CECMA, que amplia a vida útil das embarcações, eleva a margem de segurança da navegação e reforça a soberania brasileira na Amazônia.

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