quarta-feira
18 fevereiro

Exército intensifica controle fluvial no Rio Negro, amplia apoio a comunidades indígenas e reforça vigilância na Cabeça do Cachorro para proteger fronteira

Operação Escudo intensifica o controle fluvial no Rio Negro, com patrulhamento, reconhecimento de fronteira e apoio médico a comunidades indígenas na Cabeça do Cachorro

O Exército Brasileiro ampliou, no início de dezembro, suas atividades no Alto Rio Negro, reforçando a presença continuada na faixa de fronteira e elevando o ritmo do controle fluvial no Rio Negro.

As ações uniram patrulhamento de rios, reconhecimento de fronteira e apoio direto a populações indígenas, buscando coibir ilícitos e levar serviços básicos a locais de difícil acesso.

Os detalhes e o balanço das operações foram informados pelas próprias Forças Armadas, conforme informação divulgada pelo Exército Brasileiro.

Emprego militar e reconhecimento de fronteira

As operações foram conduzidas pelo Comando de Fronteira Rio Negro e 5º Batalhão de Infantaria de Selva, Cmdo Fron RN/5º BIS, por meio da Base de Operações do 4º Pelotão Especial de Fronteira, BOP 4º PEF, em Cucuí.

No âmbito da Operação Escudo, as tropas realizaram Reconhecimento de Fronteira, com ênfase em patrulhamentos fluviais e fiscalização de embarcações, para coibir tráfico, contrabando e crimes ambientais.

O emprego dos Pelotões Especiais de Fronteira, PEF, evidencia a capacidade de operar de forma autônoma na selva, garantindo pronta resposta e aumentando a consciência situacional na região.

Apoio às comunidades indígenas

Paralelamente ao monitoramento, a Operação Escudo incluiu uma Ação Cívico-Social, ACISO, voltada à Comunidade Indígena São Pedro, com atendimentos médicos e odontológicos.

O apoio buscou levar serviços básicos a famílias em áreas de acesso limitado, fortalecendo a confiança entre militares e moradores e atuando como vetor de presença do Estado.

Significado estratégico do Alto Rio Negro

A região do Alto Rio Negro, na tríplice fronteira com Colômbia e Venezuela, é estratégica do ponto de vista geopolítico, ambiental e de segurança, pela vastidão territorial e complexidade do terreno.

Mantendo presença contínua, o Exército busca assegurar a soberania, proteger populações tradicionais e contribuir para a preservação da Amazônia, em linha com a máxima “Exército presente, Amazônia protegida”.

Impacto e participação

O reforço do controle fluvial no Rio Negro amplia a fiscalização de eixos de circulação e embarcações, e contribui diretamente para a estabilidade da fronteira norte do país.

Leitores podem sugerir pautas ou comunicar erros pelo WhatsApp 21 99459-4395, conforme indicação divulgada nas informações oficiais.

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