terça-feira
10 fevereiro

Fuzileiros Navais reforçam segurança no transporte de combustível nuclear entre Resende e Angra, 2º Batalhão NBQR atuou no SIPRON com monitoramento em tempo real

Transporte de combustível nuclear com escolta militar, incluindo dióxido de urânio e trióxido de gadolínio, ocorreu entre os dias 28 de novembro e 16 de dezembro, com monitoramento em tempo real

Militares do Corpo de Fuzileiros Navais prestaram apoio à segurança de um deslocamento sensível realizado na região, com foco na proteção do material e na pronta resposta a emergências.

A ação envolveu unidades especializadas e sistemas de comando, garantindo coordenação entre forças civis e militares ao longo de todo o trajeto.

O emprego da tropa e o monitoramento remoto reforçaram as medidas de segurança física e radiológica aplicáveis a operações com materiais nucleares.

conforme informação divulgada pelo Defesa em Foco

Emprego do Batalhão NBQR e prontidão operacional

Na missão atuou o 2º Batalhão de Proteção e Defesa NBQR, unidade especializada em defesa nuclear, biológica, química e radiológica, subordinada ao Comando da Divisão Litorânea da Força de Fuzileiros da Esquadra.

A tropa manteve-se em estado permanente de prontidão, a partir de suas instalações em São Gonçalo (RJ), com capacidade de acionamento imediato, para integrar a equipe de pronta resposta destinada a eventuais situações de emergência.

Monitoramento e coordenação do transporte

O transporte do material ocorreu a partir da Fábrica de Combustível Nuclear, em Resende, com destino à Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto, e envolveu, especificamente, dióxido de urânio e trióxido de gadolínio.

Todo o deslocamento foi acompanhado por monitoramento em tempo real, realizado de forma remota pelo Centro Integrado de Comando e Controle do Rio de Janeiro, garantindo rápida tomada de decisão em caso de anormalidades.

Proteção de ativos estratégicos e o SIPRON

A operação integrou o Sistema de Proteção ao Programa Nuclear Brasileiro (SIPRON), enquadrando-se no planejamento permanente para o transporte de materiais do Programa Nuclear Brasileiro, considerado essencial para soberania e segurança energética do país.

A atuação dos Fuzileiros Navais evidencia a combinação entre especialização técnica, doutrina consolidada e integração com sistemas de comando e controle, para resguardar ativos estratégicos e minimizar riscos físicos e ambientais.

Prontidão contínua e segurança institucional

Segundo as informações divulgadas, a Força manteve postura operacional rígida durante o período de escolta, que ocorreu entre os dias 28 de novembro e 16 de dezembro, assegurando o cumprimento das normas de segurança física e radiológica aplicáveis.

Ao proteger o transporte de combustível nuclear, a Marinha do Brasil reafirma seu papel na defesa de interesses nacionais sensíveis, contribuindo para a segurança institucional e a continuidade do Programa Nuclear Brasileiro.

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