sexta-feira
27 março

Marinha avança no SisGAAz com Radar Gaivota, radar nacional de vigilância costeira, software da Embraer e FDTE para reforçar a proteção da Amazônia Azul

Projeto Radar Gaivota integra sensor nacional ao SisGAAz com software de processamento de sinal, parceria Embraer-FDTE, apoio da FINEP e foco em vigilância da Amazônia Azul

A Marinha do Brasil deu um passo importante para ampliar a vigilância do litoral com o impulso ao Projeto Radar Gaivota, que será sensor integrado ao SisGAAz.

O primeiro contrato de desenvolvimento científico e tecnológico diretamente ligado ao SisGAAz foi assinado pela Diretoria-Geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha, marcando avanço na consolidação do sistema.

O acordo envolve a implementação de um software de processamento de sinal a ser embarcado no Radar Gaivota, fruto de parceria entre a Embraer e a FDTE, com apoio de financiamento da FINEP.

conforme informação divulgada pela Marinha do Brasil

Parceria, tecnologia e contrato

No dia 3 de dezembro, a DGDNTM realizou a cerimônia de assinatura do primeiro contrato de CT&I voltado diretamente ao SisGAAz, em evento realizado no InovaUSP, em São Paulo.

O acordo firmado entre Embraer e a Fundação para o Desenvolvimento Tecnológico da Engenharia, FDTE, prevê o desenvolvimento de um software de processamento de sinal para ser embarcado no Radar Gaivota de Vigilância Costeira.

O desenvolvimento do Radar Gaivota está inserido na fase 2 do SisGAAz e conta com apoio da Financiadora de Estudos e Projetos, FINEP, reforçando a aposta em tecnologia nacional e autonomia operacional.

SisGAAz e a proteção da Amazônia Azul

O SisGAAz é apresentado como um dos mais ambiciosos programas estratégicos da Marinha do Brasil, voltado ao monitoramento, controle e proteção de uma área marítima superior a 5,7 milhões de km².

A incorporação do Radar Gaivota à rede nacional amplia a consciência situacional, permitindo maior capacidade de detecção, acompanhamento e resposta a ameaças, ilícitos e emergências ao longo do litoral.

Impacto operacional e soberania

Ao priorizar o ciclo completo de desenvolvimento, a Marinha busca garantir autonomia operacional, capacidade industrial e domínio tecnológico, conectando Forças Armadas, indústria e academia.

Durante a cerimônia, o Diretor-Geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha, Almirante de Esquadra Alexandre Rabello de Faria, afirmou, “Começamos agora a impulsionar o Brasil e esse Brasil não para. O desafio é equalizar esse desenvolvimento pelo país e torná-lo cada vez mais próspero.”

Próximos passos

Com o software em desenvolvimento e a integração prevista no SisGAAz, a expectativa é que a rede de radares distribuídos ao longo da costa brasileira eleve a capacidade de vigilância e resposta.

A participação da Base Industrial de Defesa e o apoio de agências de fomento indicam continuidade de investimentos em inovação para garantir a proteção da Amazônia Azul e os interesses nacionais.

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