quarta-feira
4 fevereiro

Marinha do Brasil apoia Formação de Fuzileiros Navais em São Tomé e Príncipe, ampliando capacidade de defesa costeira e segurança marítima no Golfo da Guiné

Formação de Fuzileiros Navais em São Tomé e Príncipe inicia em 15 de dezembro com apoio técnico do GAT-FN-STP para reforçar autonomia da Guarda Costeira e a segurança marítima

A Marinha do Brasil iniciou uma nova fase de cooperação com São Tomé e Príncipe ao apoiar o Curso de Formação de Soldados Fuzileiros Navais, que foi iniciado em 15 de dezembro.

O curso é realizado no Centro de Instrução Militar, com ênfase em capacitação operacional e segurança do litoral, e visa fortalecer a guarda costeira santomense.

O acompanhamento técnico é feito pelo Grupo de Assessoramento Técnico de Fuzileiros Navais da Marinha do Brasil, para garantir padrões profissionais na instrução.

conforme informação divulgada pela Marinha do Brasil

Estrutura e conteúdo do curso

A formação ocorre no Centro de Instrução Militar de São Tomé e Príncipe e é ministrada pela Unidade de Fuzileiros Navais da Guarda Costeira santomense, com supervisão do GAT-FN-STP.

O conteúdo aborda fundamentos da formação anfíbia, disciplina militar, técnicas básicas de combate, segurança de instalações costeiras e operações de proteção marítima, com foco em capacidade prática e autonomia operativa.

Parceria de longo prazo e presença brasileira

A atuação brasileira em São Tomé e Príncipe ocorre de forma contínua desde 2014, consolidando um relacionamento baseado em confiança mútua, afinidade cultural e idioma comum.

O apoio à formação reforça a presença estratégica do Brasil no Golfo da Guiné, região sensível para o comércio marítimo e para a segurança das rotas oceânicas.

Impacto na segurança regional e na diplomacia de defesa

Mais do que a instrução de tropa, a iniciativa contribui para o desenvolvimento institucional da Guarda Costeira santomense, ampliando sua capacidade de controle de áreas marítimas e de resposta a ilícitos no mar.

Para o Brasil, a ação reafirma a Marinha como vetor de cooperação internacional e instrumento de diplomacia naval, projetando conhecimento, doutrina e boas práticas operacionais.

Objetivos e perspectivas

O objetivo é ampliar a capacidade da Unidade de Fuzileiros Navais santomense para atuar na defesa do litoral, no controle de áreas marítimas e no apoio às ações da Guarda Costeira, gerando maior autonomia e interoperabilidade.

A continuidade dessas ações reforça laços estratégicos entre Brasil e países lusófonos da África, promovendo estabilidade e segurança marítima no Atlântico Sul.

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