quinta-feira
5 fevereiro

Exército Brasileiro moderniza as forças com blindados de última geração, incluindo Guarani e Leopard, reforçando proteção, mobilidade tática e comando digital

Blindados como Guarani, Cascavel, Urutu e Leopard entram em modernização, com digitalização do campo de batalha, indústria nacional fortalecida e treinamento no CIBld

O Exército Brasileiro intensifica a incorporação de blindados modernos para elevar proteção, mobilidade e capacidade de fogo das suas tropas.

A transformação atinge unidades de Infantaria Mecanizada e Cavalaria Blindada, com ênfase em veículos modulares e sistemas digitais.

Os investimentos combinam renovação de viaturas, doutrina e indústria nacional, visando operações mais integradas e resilientes,

conforme informação divulgada pelo Defesa em Foco

Blindados e a modernização da capacidade de combate

Os blindados em serviço fornecem proteção balística e mobilidade para agir em terrenos variados, aumentando a sobrevivência da tropa.

Veículos como o Guarani representam um salto tecnológico ao integrar transporte de tropas, modularidade e sistemas modernos de comando.

Meios consagrados, como Cascavel, Urutu e Leopard, permanecem relevantes após processos de modernização, garantindo dissuasão em cenários de maior intensidade.

Formação, doutrina e o papel do CIBld

A excelência no emprego dos blindados depende da formação do pessoal, com ênfase no preparo de oficiais e praças para conduzir frações blindadas.

O CIBld desenvolve e difunde a doutrina de emprego, integrando simulação, exercícios no terreno e coordenação com outras armas.

Essa instrução prepara os militares para decisões rápidas e coordenadas em ambientes complexos, com foco na interoperabilidade e sobrevivência da força.

Digitalização, indústria nacional e operações multidomínio

O programa Forças Blindadas vai além de aquisição de viaturas, ao incluir a digitalização do campo de batalha, com comando e controle avançado, comunicações e sensoriamento.

Essas capacidades permitem operações multidomínio, integrando forças terrestres, aéreas e cibernéticas, melhorando a consciência situacional e a velocidade de reação.

A modernização também fortalece a indústria nacional de defesa, gerando empregos qualificados, transferência de tecnologia e maior autonomia estratégica.

Participação e acompanhamento

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