A adoção do IMBEL IA2 padroniza o armamento individual, facilita logística e treinamento, e reforça emprego em patrulhamentos urbanos, GLO e operações complexas
O fuzil IMBEL IA2 consolidou-se como o armamento padrão do Exército Brasileiro, presente desde as fases iniciais da formação até missões operacionais de alta complexidade.
Mais leve e ergonômico, o modelo foi concebido para atender às exigências do combate moderno, com foco em ambientes urbanos e operações de mobilidade elevada.
Sua plataforma modular e compatibilidade com sistemas de pontaria ampliam a precisão e a letalidade do combatente em diferentes cenários.
conforme informação divulgada pela IMBEL
Modernização técnica e desempenho operacional
A mudança do calibre tradicional para o 5,56×45 mm representa um avanço tático, pois o calibre é mais adequado ao combate urbano e à ação em curtas e médias distâncias.
O IMBEL IA2 entrega menor peso e melhor ergonomia, o que reduz a fadiga do militar e melhora o controle do armamento em confrontos, além de permitir maior mobilidade.
Produzido pela IMBEL, o fuzil conta com plataformas modulares, trilhos para acessórios ópticos e compatibilidade com equipamentos modernos de pontaria e visão noturna, elementos que ampliam a capacidade de adaptação da tropa.
Impacto institucional e padronização da tropa
A adoção do IA2 como fuzil padrão promoveu um alto grau de padronização do armamento individual em toda a Força Terrestre.
Essa uniformização simplifica a logística, o treinamento e a manutenção, reduzindo custos operacionais e aumentando a eficiência no emprego das tropas em operações conjuntas e missões de longa duração.
O fuzil é empregado em operações de Garantia da Lei e da Ordem, missões de segurança institucional e exercícios de grande envergadura, reforçando a presença do Exército em ações sensíveis à segurança nacional.
Formação militar e presença ao longo da carreira
O IMBEL IA2 está presente desde as fases iniciais da formação militar, sendo utilizado no treinamento de recrutas e alunos das principais escolas do Exército, como a Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN) e a Escola de Sargentos das Armas (ESA).
Ao acompanhar o militar do serviço obrigatório até a carreira profissional, o fuzil torna-se símbolo da modernização da Força Terrestre e da padronização do poder de fogo individual.
O que muda para a tropa
Com o IMBEL IA2 como espinha dorsal do armamento, o Exército ganha maior interoperabilidade entre unidades e tropas de elite, além de flexibilidade para adaptar o equipamento às demandas específicas de cada missão.
A combinação de padronização, modularidade e calibres modernos projeta uma capacidade operacional mais ágil e eficiente para os próximos anos.


