quarta-feira
12 agosto

Jet skis em Maragogi proibidos, multa diária de R$ 5 mil e apreensão imediata, fiscalização segue decreto de 2021 e reacende debate sobre controle no litoral de Alagoas

Em Maragogi, fiscalização contra jet skis em Maragogi proíbe uso comercial em toda a orla, com apreensão imediata e multa diária de R$ 5 mil, para proteger banhistas e recifes

A medida entrou em vigor nesta quarta-feira, em uma operação voltada para a segurança de banhistas e para a preservação ambiental da orla. A ação determina fiscalização rígida sobre o aluguel e o uso comercial de motos aquáticas.

Trabalhadores do setor reagiram com protestos, enquanto autoridades defendem a necessidade de controle em áreas sensíveis, como bancos de areia e recifes de corais. A decisão também trouxe à tona a falta de uma política coordenada em todo o litoral do estado.

Conforme informação divulgada pela Prefeitura de Maragogi

O que diz a nova fiscalização

Segundo o anúncio do município, “A Maragogi iniciou nesta quarta-feira (14) uma operação de fiscalização que proíbe o uso comercial de jet skis em toda a orla da cidade, com apreensão imediata e multa diária de R$ 5 mil.” A medida, conforme o texto oficial, cumpre recomendação do Ministério Público e se baseia em decreto municipal de 2021.

Impacto na orla e no turismo local

O objetivo declarado é reduzir acidentes, conflitos com jangadeiros e barqueiros, e minimizar danos a áreas de recife. Alguns frequentadores relataram mais tranquilidade na praia com a ausência das motos aquáticas, aumento da presença de famílias e crianças na água, e menos atrito entre usuários e trabalhadores tradicionais.

Reação dos trabalhadores e risco de migração da atividade

Pilotos, instrutores e equipes que dependem da atividade organizaram protestos em frente à prefeitura, alegando perda de renda imediata para diversas famílias. Especialistas alertam que, sem uma atuação coordenada entre municípios, a proibição em Maragogi pode simplesmente deslocar o uso irregular de jet skis para praias vizinhas, sem resolver o problema no nível estadual.

Necessidade de atuação integrada

Setores do turismo e da segurança marítima defendem uma estratégia integrada, com prefeituras fiscalizando o uso do solo e a atividade econômica na orla, e a Marinha do Brasil atuando na segurança da navegação e no tráfego aquaviário. O Ministério Público passa a exigir relatórios, registros fotográficos e comprovação efetiva das fiscalizações, especialmente em áreas de recifes e bancos de areia.

Para quem quiser contribuir com informações ou sugerir pautas, o canal indicado é o WhatsApp 21 99459-4395, conforme comunicado recebido pelo município.

Nos siga nas redes sociais

Últimas Notícias

- Advertisement - spot_imgspot_img

Notícias Relacionadas

Marinha visita LNCC para avaliar cooperação em computação de...

Delegação conheceu infraestrutura de processamento e discutiu projetos conjuntos de computação de alto desempenho, pesquisa e inovação...

NPOR em Maceió: alunos do Núcleo de Preparação de...

Treinamento prático focado no emprego de armamento coletivo NPOR, com exercícios de tiro na Metralhadora 7,62 mm...

BRACOLPER 2026 amplia interoperabilidade entre Marinhas do Brasil, Colômbia...

Operação multinacional mobiliza navios, helicóptero e fuzileiros para treinos de comunicação, GVI, resposta a ameaças transfronteiriças e...

General Linhares assume Chefia do Estado-Maior do Comando Militar...

Cerimônia em Manaus marcou a transição entre Porto Alegre e Linhares, com homenagens, inauguração de retrato e...

Fragata Independência retorna ao Rio após 84 dias no...

Retorno à Base Naval do Rio após 84 dias no Atlântico Norte, com mais de 260 militares,...

NAM Atlântico transforma Rio Innovation Week em vitrine da...

NAM Atlântico recebeu parte da Rio Innovation Week 2026 e passou a funcionar como ponte entre o...