Operação interagência com Polícia Federal e Guarda Portuária identificou método parasite smuggling, 148 kg de cocaína fixados no casco, reforçando vigilância no Porto de Santos
Uma ação discreta abaixo da linha d’água impediu que um grande carregamento de drogas deixasse o Brasil rumo à Europa.
Mergulhadores da Marinha do Brasil localizaram substâncias ocultas no casco de uma embarcação atracada, em uma operação que envolveu várias agências de segurança.
O trabalho reforça a vigilância em portas estratégicos e a capacidade de detectar métodos sofisticados de tráfico marítimo.
conforme informação divulgada pela Marinha do Brasil, pela Polícia Federal e pela Guarda Portuária.
Inspeção submersa e repressão naval
Durante uma inspeção de compartimento submerso do casco do navio, os mergulhadores aplicaram técnicas especializadas para localizar materiais fixados externamente, método conhecido como parasite smuggling.
As equipes identificaram 148 kg de substâncias com características de cocaína escondidas no casco do navio Orange Star, atracado no Porto de Santos. A operação exigiu mergulho qualificado, equipamentos específicos e coordenação entre órgãos.
Segurança pública e combate ao tráfico internacional
Segundo a Polícia Federal, a embarcação tinha como destino final a Holanda, rota frequentemente usada por organizações criminosas transnacionais. A apreensão representa um golpe financeiro e logístico ao tráfico de drogas.
A ação integrada entre Marinha, Polícia Federal e Guarda Portuária mostra a importância do modelo interagência no enfrentamento ao crime organizado em áreas portuárias sensíveis, reduzindo a saída de cocaína para o exterior.
Impacto estratégico e o papel do Porto de Santos
O Porto de Santos, maior da América Latina, é alvo prioritário de fiscalização por sua relevância no comércio exterior. Operações como esta aumentam a capacidade dissuasória do Estado e protegem infraestruturas críticas.
A apreensão também evidencia o papel da Marinha na proteção da Amazônia Azul, conceito que abrange mar territorial, linhas de navegação e portos essenciais para a soberania nacional.
Atuação integrada e participação da sociedade
As forças reforçam a rotina de fiscalizações submersas e a troca de informação entre agências para identificar ameaças não convencionais. A cooperação amplia a eficiência das ações de repressão.
Para participação e contato com a fonte que divulgou a operação, foi disponibilizado o canal: Dê sugestões de matérias ou nos comunique de erros, WhatsApp 21 99459-4395.


