sábado
28 março

Moto aquática lacrada em Maragogi após piloto se aproximar da faixa de areia e quase atropelar criança, Marinha abre processo e exige defesa em sete dias

Em Barra Grande, vídeo mostra piloto sem colete salva-vidas se aproximando da faixa de areia, motivando fiscalização e lacre da moto aquática pela Marinha do Brasil

Uma manobra imprudente com uma moto aquática por pouco terminou em tragédia na praia de Barra Grande, em Maragogi, no litoral norte de Alagoas.

Em imagens que se espalharam nas redes sociais, o condutor chega perigosamente perto da faixa de areia e obriga um homem a puxar rapidamente uma criança para evitar um atropelamento.

O episódio gerou indignação entre turistas e moradores, e acionou fiscalização imediata da Autoridade Marítima.

conforme informação divulgada pela Marinha do Brasil.

O vídeo e o risco na faixa de areia

No registro, é possível ver o momento exato da aproximação da embarcação à área de banhistas, e que, segundo relatos, o piloto estaria sem colete salva-vidas, o que agravou a percepção de imprudência.

A cena mostra a vulnerabilidade de crianças e adultos quando regras básicas de navegação e segurança não são respeitadas junto à faixa de areia.

A ação da Marinha e as medidas aplicadas

Em nota, a Marinha do Brasil informou que o condutor foi identificado e que a moto aquática foi lacrada, ficando impedida de uso, como parte da ação de fiscalização.

O procedimento prevê que o piloto terá prazo de sete dias para apresentar defesa e poderá responder por infração administrativa, em razão de expor terceiros a risco.

Regras e orientações para uso de moto aquática

No município, o uso de motos aquáticas é regulamentado pelo Decreto nº 057/2021, que estabelece normas para evitar acidentes e proteger banhistas.

Entre as regras estão a manutenção de distância segura da faixa de areia, a aproximação apenas de forma perpendicular e em baixa velocidade, além do fato de ser obrigatório o uso de colete salva-vidas e é proibido circular ou estacionar motos aquáticas próximas a banhistas.

O descumprimento pode resultar em sanções administrativas, apreensão da embarcação e outras penalidades previstas em lei, por isso a Marinha reforça a necessidade de fiscalização contínua em áreas com grande fluxo turístico.

Para denúncias e sugestões de cobertura, havia disponibilidade de contato com a redação, conforme informações originais do registro do caso.

Nos siga nas redes sociais

Últimas Notícias

- Advertisement - spot_imgspot_img

Notícias Relacionadas

Marinha do Brasil defende uso da energia nuclear para...

Marinha defende domínio da energia nuclear para ampliar dissuasão, manter patrulhamento prolongado na Amazônia Azul e fortalecer...

Geopolítica da energia, pré-sal e poder naval: por que...

Análise da Marinha ressalta resiliência dos combustíveis fósseis na transição energética, a importância do pré-sal e a...

EAMPE aposta em energia solar com usina fotovoltaica na...

Projeto viabilizado por emenda parlamentar amplia autonomia energética da unidade, integra plano de modernização e leva ensino...

Curso de Operações na Selva reúne 83 militares em...

Treinamento de cerca de 10 semanas no Centro de Instrução de Guerra na Selva foca sobrevivência, patrulhamento,...

Ministério da Defesa fomenta rede nacional de monitoramento de...

Rede nacional de monitoramento de cenários une plataformas digitais, análise multicritério e participação civil e militar para...

Exército Brasileiro fortalece capacidade em saúde operacional no Exercício...

Durante o Exercício Cooperación XI na Base Aérea de Campo Grande, o Exército Brasileiro ampliou a preparação...