domingo
14 junho

Moto aquática lacrada em Maragogi após piloto se aproximar da faixa de areia e quase atropelar criança, Marinha abre processo e exige defesa em sete dias

Em Barra Grande, vídeo mostra piloto sem colete salva-vidas se aproximando da faixa de areia, motivando fiscalização e lacre da moto aquática pela Marinha do Brasil

Uma manobra imprudente com uma moto aquática por pouco terminou em tragédia na praia de Barra Grande, em Maragogi, no litoral norte de Alagoas.

Em imagens que se espalharam nas redes sociais, o condutor chega perigosamente perto da faixa de areia e obriga um homem a puxar rapidamente uma criança para evitar um atropelamento.

O episódio gerou indignação entre turistas e moradores, e acionou fiscalização imediata da Autoridade Marítima.

conforme informação divulgada pela Marinha do Brasil.

O vídeo e o risco na faixa de areia

No registro, é possível ver o momento exato da aproximação da embarcação à área de banhistas, e que, segundo relatos, o piloto estaria sem colete salva-vidas, o que agravou a percepção de imprudência.

A cena mostra a vulnerabilidade de crianças e adultos quando regras básicas de navegação e segurança não são respeitadas junto à faixa de areia.

A ação da Marinha e as medidas aplicadas

Em nota, a Marinha do Brasil informou que o condutor foi identificado e que a moto aquática foi lacrada, ficando impedida de uso, como parte da ação de fiscalização.

O procedimento prevê que o piloto terá prazo de sete dias para apresentar defesa e poderá responder por infração administrativa, em razão de expor terceiros a risco.

Regras e orientações para uso de moto aquática

No município, o uso de motos aquáticas é regulamentado pelo Decreto nº 057/2021, que estabelece normas para evitar acidentes e proteger banhistas.

Entre as regras estão a manutenção de distância segura da faixa de areia, a aproximação apenas de forma perpendicular e em baixa velocidade, além do fato de ser obrigatório o uso de colete salva-vidas e é proibido circular ou estacionar motos aquáticas próximas a banhistas.

O descumprimento pode resultar em sanções administrativas, apreensão da embarcação e outras penalidades previstas em lei, por isso a Marinha reforça a necessidade de fiscalização contínua em áreas com grande fluxo turístico.

Para denúncias e sugestões de cobertura, havia disponibilidade de contato com a redação, conforme informações originais do registro do caso.

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