Com 68 unidades entregues e 199 estacas torpedo contratadas até 2028, a NUCLEP retoma produção, acelera entregas e sustenta projetos offshore estratégicos
O piso fabril da NUCLEP, em Itaguaí, voltou a operar a todo vapor com a retomada da produção de estacas torpedo destinadas à Petrobras, em uma recuperação industrial consolidada em 25 dias da nova gestão.
O reinício da fabricação integra contratos em execução e reforça a capacidade da empresa para atender projetos offshore de alta criticidade, com prazos e padrões técnicos exigentes.
O programa inclui entregas previstas para 2026 que vão sustentar a ancoragem de sistemas submarinos em campos como Búzios e Marlim, com impacto direto na produção de petróleo.
conforme informação divulgada pela NUCLEP.
Retomada industrial e capacidade produtiva
A retomada da produção ocorreu no último dia 22, integrando contratos em execução firmados entre 2023 e 2025, que totalizam 199 estacas torpedo contratadas, com vigência até 2028. Até o momento, 68 unidades já foram entregues, demonstrando a capacidade da NUCLEP de operar em escala industrial, com elevado padrão técnico e confiabilidade operacional.
Além das entregas já realizadas, para 2026, a previsão é a entrega de 28 estacas torpedo, destinadas a campos estratégicos como Marlim, Atapu, Sépia, Búzios, Roncador, Sicar, IPB e áreas da Bacia de Campos, contribuindo diretamente para a produção de milhares de barris de petróleo.
Expertise técnica aplicada ao offshore brasileiro
As estacas torpedo são componentes críticos para a ancoragem de sistemas submarinos em águas profundas e ultraprofundas, atuando como âncoras de penetração por gravidade, por meio de massa, geometria hidrodinâmica e energia cinética.
Segundo o gerente de Caldeiraria e Montagem da NUCLEP, Carlos Vinicius Amaral, a produção mobiliza intensamente o chão de fábrica.
“A produção das estacas torpedo exige coordenação, precisão e disciplina operacional. Estamos com as equipes preparadas para cumprir prazos e padrões técnicos compatíveis com a criticidade desse projeto.”
Impacto econômico, territorial e estratégico
Com o piso fabril em plena atividade, a produção gera manutenção e geração de empregos, qualificação de mão de obra especializada e estímulo à cadeia produtiva regional, com reflexos na indústria, no comércio e na economia local de Itaguaí e entorno.
Para o diretor Comercial da NUCLEP, Nicola Mirto Neto, a relação com a Petrobras vai além da entrega industrial.
“Mais do que capacidade industrial, a Petrobras encontra na NUCLEP uma parceria estratégica baseada em confiança, previsibilidade e responsabilidade técnica.”
Já o presidente da Companhia, Adeilson Telles, destaca o papel estratégico da NUCLEP para o Estado brasileiro.
“Colocar o piso fabril da NUCLEP em plena atividade é reafirmar o papel da indústria pesada nacional no desenvolvimento do país e na segurança energética do Brasil.”


