quinta-feira
14 maio

SMACE, Sistema de Mísseis Anticarro Expedicionário da Marinha do Brasil, amplia poder expedicionário com MSS 1.2 MAX, viaturas GM Defense e drones EDGE

SMACE integra viaturas 4×4, míssil MSS 1.2 MAX e drones para aumentar letalidade e consciência situacional do Corpo de Fuzileiros Navais

SMACE, o Sistema de Mísseis Anticarro Expedicionário, foi desenvolvido para modernizar o combate terrestre e litorâneo do Corpo de Fuzileiros Navais.

O projeto conecta sensores, plataformas e armamentos em rede, reduzindo o tempo entre detecção e engajamento e elevando a precisão dos ataques.

O sistema combina viaturas blindadas leves, mísseis guiados e drones, formando uma capacidade expedicionária mais ágil e letal, conforme informação divulgada pelo Defesa em Foco.

Como funciona o SMACE

O Sistema de Mísseis Anticarro Expedicionário opera segundo o conceito de engajamento em rede, onde sensores e plataformas trocam dados quase em tempo real.

Drones de inteligência, vigilância e reconhecimento localizam e acompanham alvos, como blindados e embarcações, e retransmitem coordenadas para as viaturas terrestres.

As viaturas podem disparar mísseis com base em coordenadas externas, reduzindo o ciclo de decisão, aumentando a precisão e melhorando a consciência situacional das tropas.

Componentes, produção nacional e parceiros

No centro do SMACE está o míssil MSS 1.2 MAX, desenvolvido pela empresa brasileira SIATT, com produção nacional, o que reforça autonomia tecnológica no segmento de mísseis táticos.

As viaturas são blindados leves 4×4 de alta mobilidade, desenvolvidos pela GM Defense, testados em ambientes desérticos e com cerca de 2,2 toneladas, priorizando velocidade e simplicidade logística.

Os drones fornecidos pelo grupo EDGE Group agregam funções de ISR e ataque leve, estendendo o alcance do sistema e integrando-se às redes de comando e controle.

Impacto estratégico e calendário de avaliação

O SMACE preenche uma lacuna histórica na capacidade anticarro expedicionária da Marinha, especialmente em operações anfíbias e litorâneas.

Além do ganho operacional, o projeto fortalece a Base Industrial de Defesa, estimula transferência de tecnologia e cria potencial para futuras exportações.

Está prevista a avaliação operacional do primeiro conjunto do sistema em 2026, com expansão gradual da capacidade nos anos seguintes.

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