terça-feira
24 fevereiro

2º Batalhão de Operações Ribeirinhas ministra instrução de sobrevivência na selva a futuros Bombeiros Militares do Pará, fortalecendo integração Marinha e Segurança Pública na Amazônia

Capacitação técnica em sobrevivência na selva, purificação de água, obtenção de fogo e abrigo rústico para ampliar a resposta em áreas ribeirinhas e isoladas

No dia 9 de fevereiro, militares da Marinha do Brasil realizaram instrução prática voltada para a sobrevivência na selva com alunos do Curso de Formação de Praças do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Pará, em Belém (PA).

A atividade buscou transmitir técnicas essenciais, como identificação de fontes seguras de água, purificação improvisada, obtenção de fogo e construção de abrigos com recursos naturais.

O objetivo foi ampliar a capacidade de resposta em ocorrências de busca e salvamento em áreas remotas da Amazônia, reforçando a cooperação entre Defesa e Segurança Pública, conforme informação divulgada pelo 2º Batalhão de Operações Ribeirinhas.

Conteúdo e métodos ensinados

A instrução abordou fundamentos práticos e adaptados ao ambiente amazônico, com ênfase em sobrevivência na selva e técnicas de campo, incluindo identificação de água potável, métodos de purificação improvisada, ignição por meios expeditos e montagem de abrigos rústicos com materiais locais.

Os alunos também treinaram deslocamento seguro em terreno alagado e acidentado, leitura do ambiente, noções de orientação e procedimentos de autoproteção, atividades essenciais para missões em comunidades ribeirinhas.

Integração entre Marinha e Corpo de Bombeiros

A iniciativa exemplifica a cooperação interinstitucional, ao combinar a experiência do 2º Batalhão de Operações Ribeirinhas com a formação dos futuros integrantes do Corpo de Bombeiros Militar do Pará.

Essa troca aumenta a interoperabilidade, permite alinhamento de protocolos operacionais e padroniza procedimentos, o que é decisivo em eventos como desastres naturais, acidentes fluviais e ações humanitárias.

Por que a capacitação é estratégica na Amazônia

A região impõe desafios particulares, como alta umidade, mata fechada, rios extensos e comunicação limitada, por isso o domínio de técnicas de sobrevivência na selva reduz riscos em operações reais.

Treinamentos presenciais em Belém (PA) representam investimento na prontidão dos agentes de segurança, aumentando a segurança de equipes e das populações ribeirinhas atendidas.

Impacto na formação e próximos passos

Mais do que um treinamento pontual, a ação reforça um modelo de cooperação contínua entre Defesa e Segurança Pública, elevando o padrão técnico dos alunos e ampliando a capacidade de resposta em cenários críticos.

A experiência prática oferecida pelo 2º Batalhão fortalece a preparação dos futuros bombeiros e contribui para uma atuação mais coordenada e eficaz na Amazônia.

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