sábado
7 fevereiro

Exército Brasileiro amplia prontidão na Amazônia Ocidental com cães de guerra, 7º BPE e CRDC reforçam faro, detecção de drogas e explosivos na faixa de fronteira

Uso de cães de guerra amplia vigilância, proteção de instalações e segurança das tropas, com treinamento desde filhote e emprego em missões reais pelo 7º BPE e CRDC

O emprego integrado de cães de guerra tem ampliado a prontidão operacional em áreas remotas da Amazônia Ocidental, fortalecendo a capacidade de detecção e resposta do efetivo em missões variadas.

Binômios treinados atuam em ambientes complexos, com selva densa e grandes áreas fronteiriças, onde a velocidade de detecção e a redução da exposição humana são essenciais para o sucesso das operações.

Segundo as informações divulgadas, a Seção de Cães de Guerra do 7º Batalhão de Polícia do Exército (7º BPE) demonstra elevada capacidade operacional, e o Centro de Reprodução e Distribuição de Cães (CRDC) prepara animais desde a fase de filhote, com foco em faro e segurança, conforme informação divulgada pelo Defesa em Foco.

Emprego em missões reais

Em operações reais, os cães de guerra ampliam ações da Polícia do Exército em proteção de instalações, controle de áreas críticas e segurança de autoridades, além de prevenir ilícitos.

O uso desses meios aumenta a precisão das ações, permite uma pronta resposta e reduz a exposição do efetivo em cenários com ameaças difusas, garantindo maior segurança da tropa.

Formação desde a fase de filhote

O Centro de Reprodução e Distribuição de Cães (CRDC) é responsável pela reprodução, criação e treinamento de animais destinados a faro de drogas, explosivos e armamentos, e também para guarda e proteção.

O treinamento começa ainda na fase de filhote, com métodos baseados em reforço positivo, priorizando a identificação de odores de forma progressiva, segura e controlada, assegurando desempenho e bem-estar animal.

Prontidão na faixa de fronteira

A produção do CRDC atende às demandas das Brigadas de Infantaria de Selva subordinadas ao Comando Militar da Amazônia, fortalecendo a prontidão operacional na faixa de fronteira da Amazônia Ocidental.

Essa capacidade funciona como um multiplicador de forças, elevando o controle territorial e a capacidade de resposta do Exército Brasileiro, com integração entre técnica, adestramento e a parceria homem-cão.

Integração, segurança e preservação

Treinamento, técnica e a sólida parceria entre condutor e cão atuam de forma integrada, consolidando eficiência operacional, segurança das tropas e preservação dos meios, valores essenciais para operações em um dos ambientes mais desafiadores do país.

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