domingo
3 maio

Corpo de Fuzileiros Navais celebra 218 anos com missa campal na Fortaleza de São José, reunindo cerca de 2 mil pessoas em ato de fé, tradição e compromisso

Missão, espírito de corpo e devoção marcam cerimônia na Fortaleza de São José, com autoridades religiosas, capelães, Banda Sinfônica do Corpo de Fuzileiros Navais e participação da sociedade

A celebração em referência ao Corpo de Fuzileiros Navais reuniu militares, familiares e civis em um momento de fé e memória institucional.

A missa campal foi realizada na Fortaleza de São José, no Rio de Janeiro, e destacou tradições, valores e a prontidão das tropas para operações anfíbias e de defesa.

A solenidade ofereceu uma combinação de ritos religiosos e símbolos militares, em respeito à trajetória dos fuzileiros e ao compromisso com a missão, conforme informação divulgada pelo Defesa em Foco.

Celebração religiosa reúne autoridades e militares

Noite de 6 de março de 2026, a missa foi presidida por Dom Orani João Tempesta, arcebispo da capital fluminense, e contou com a concelebração do Capitão de Mar e Guerra Padre Ubiratan de Oliveira Araújo, Capelão-Chefe do Serviço de Assistência Religiosa da Marinha, e do Capitão de Corveta Padre Érico Pitágoras Rocha, capelão do Batalhão Naval.

Também participaram cerca de 20 sacerdotes, entre capelães militares e padres da arquidiocese, além de missionários da organização católica Arautos do Evangelho.

A cerimônia recebeu cerca de 2 mil pessoas, em um ato que misturou público militar e sociedade civil, reforçando laços entre as Forças Armadas e a população.

Símbolos da missão dos Fuzileiros Navais

Dois momentos simbólicos chamaram atenção durante a celebração. Na apresentação das oferendas, militares levaram uma mochila e um capacete como representação do compromisso e da dedicação em cada missão.

Outro gesto significativo foi a coroação de Nossa Senhora Rainha da Paz, realizada por Carlos Chagas Vianna Braga, acompanhado por sua esposa e por um soldado do Batalhão Naval, num ato de devoção que ressaltou aspectos espirituais presentes na rotina militar.

Música e participação social marcam a solenidade

A cerimônia foi embalada pela Banda Sinfônica do Corpo de Fuzileiros Navais, cuja execução musical deu tom solene aos ritos. O coral do Programa Forças no Esporte, PROFESP, também participou, somando o componente social e de formação de jovens ao evento.

A presença da banda e do coral contribuiu para um encerramento marcado por reconhecimento, tradição e integração entre a instituição militar e a sociedade, reafirmando o papel histórico e contemporâneo do Corpo de Fuzileiros Navais.

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