Exercício Guardião Cibernético 8.0 amplia hub na Amazônia, integra Forças, governo, empresas e universidades, e testa resposta a ataques contra setores estratégicos do País
O Exército intensifica a preparação para o maior exercício de defesa cibernética do Sul, com treinos que simulam ataques reais ao ambiente digital.
A iniciativa busca fortalecer protocolos de resposta, ampliar a coordenação interagências e aprimorar a defesa de redes que sustentam serviços essenciais.
O treinamento terá simulações construtivas e virtuais, e a criação de um hub regional na Amazônia amplia a participação de instituições locais.
conforme informação divulgada pelo Comando de Defesa Cibernética
Planejamento e estrutura do Exercício Guardião Cibernético
O planejamento do Exercício Guardião Cibernético é conduzido pelo Comando de Defesa Cibernética, com etapas que incluíram visita técnica ao Comando Militar da Amazônia, em Manaus.
As atividades combinam cenários virtuais e construtivos, permitindo o desenvolvimento de protocolos e a tomada de decisão em situações de crise, com alcance ampliado pela instalação do hub regional.
Essa estrutura busca replicar ataques ao ciberespaço de forma realista, para testar a coordenação entre diferentes atores e refinar processos antes de incidentes reais.
Integração entre setores e formação de especialistas
O Exercício Guardião Cibernético promove colaboração entre Forças Armadas, órgãos do governo, empresas estratégicas e universidades, criando um espaço para troca de conhecimento técnico.
A participação da Universidade do Estado do Amazonas, e de centros de pesquisa regionais, reforça o foco em ciência, tecnologia e inovação, e contribui para a formação de profissionais qualificados em segurança cibernética.
Essa integração favorece o desenvolvimento de tecnologias nacionais e o fortalecimento de um ecossistema de defesa digital capaz de responder a ameaças emergentes.
Proteção de infraestruturas críticas e soberania digital
O exercício tem como foco a resiliência de setores vitais, incluindo energia, telecomunicações, transportes, finanças, água, governo digital, biosegurança e bioproteção.
Simular incidentes nesses segmentos permite identificar vulnerabilidades e aprimorar estratégias de mitigação, de modo a reduzir impactos em serviços essenciais para a população.
Ao liderar a iniciativa, o Exército reafirma o compromisso com a proteção das infraestruturas estratégicas e com o fortalecimento da soberania digital, reforçando a cooperação interinstitucional como elemento central para enfrentar ameaças sofisticadas.
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