Operação do Comando de Fronteira Rio Negro e 5º BIS reforça o patrulhamento na fronteira amazônica, amplia controle territorial e oferece atendimentos médicos e odontológicos em aldeias ribeirinhas
O Exército Brasileiro ampliou a presença na região conhecida como Cabeça do Cachorro, com ações de Reconhecimento de Fronteira, voltadas ao fortalecimento do controle territorial e da soberania nacional.
Patrulhas fluviais navegaram pelos rios Içana e Tiquié, permitindo monitorar o tráfego de pessoas e embarcações, e coibir atividades ilícitas em áreas de difícil acesso.
Além da vigilância, a operação incluiu atendimentos médicos e odontológicos em comunidades ribeirinhas, ampliando a presença institucional do Estado junto aos povos indígenas.
conforme informação divulgada pelo Comando de Fronteira Rio Negro/5º Batalhão de Infantaria de Selva
Patrulhamento e controle na faixa de fronteira
As ações de Reconhecimento de Fronteira, chamadas REFRON, têm como objetivo consolidar o patrulhamento na fronteira amazônica em pontos estratégicos, especialmente ao longo dos rios Içana e Tiquié. As patrulhas fluviais são fundamentais para o monitoramento, pois permitem verificar embarcações e deslocamentos que ocorrem por via fluvial.
A presença contínua do Comando de Fronteira Rio Negro e do 5º Batalhão de Infantaria de Selva aumenta a capacidade de resposta a ameaças transnacionais, e contribui para a integridade territorial em locais de difícil acesso.
Apoio e atendimento às comunidades indígenas
Os militares também realizaram ações com caráter humanitário, oferecendo atendimento médico e odontológico nas comunidades de Santo Antônio e Uainambí Poço. Esses serviços são importantes para populações com acesso restrito a cuidados básicos de saúde.
Essa combinação de segurança e assistência busca fortalecer a confiança entre as comunidades indígenas e as forças armadas, ampliando a presença do Estado em áreas remotas, e promovendo cooperação e respeito mútuo.
Soberania e presença estratégica na Amazônia
A atuação na Cabeça do Cachorro reafirma o compromisso do Exército com a defesa da soberania nacional na Amazônia. Ao unir vigilância, patrulhamento e apoio social, a operação consolida a missão de proteger o território e os moradores locais.
O reforço do patrulhamento na fronteira amazônica demonstra a importância da integração entre ações de defesa e iniciativas voltadas ao desenvolvimento e à estabilidade das comunidades ribeirinhas.


