sábado
16 maio

Força Aérea debate segurança operacional no espaço aéreo brasileiro, integração do SISCEAB, combate à fadiga e padronização de procedimentos com CINDACTA e DECEA

Encontro técnico focou na integração do SISCEAB, na prevenção de incidentes, no monitoramento da fadiga e na padronização de respostas em todo o espaço aéreo brasileiro

A reunião promovida pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo apresentou um panorama conjunto das ocorrências, com ênfase em ações preventivas e na troca de informações operacionais entre regionais.

Representantes dos quatro CINDACTA, do CRCEA-SE e do CGNA discutiram dados e procedimentos para reduzir riscos e aumentar a uniformidade das rotinas de controle de tráfego aéreo.

O encontro também trouxe medidas voltadas ao bem-estar dos profissionais, com novas práticas para identificação e reporte da fadiga, conforme informação divulgada pela Força Aérea Brasileira, por meio do DECEA.

Integração técnica do SISCEAB e prevenção de incidentes

Durante as apresentações, cada regional detalhou ocorrências e incidentes de tráfego aéreo, identificando fatores contribuintes e propondo medidas preventivas. A análise conjunta fortaleceu a cultura de segurança baseada em dados.

A integração técnica do SISCEAB com sistemas de registro e acompanhamento permite identificar padrões e priorizar ações, diminuindo a probabilidade de repetição de eventos semelhantes.

Fator humano e foco na fadiga

Um dos pontos centrais foi o fator humano no controle do espaço aéreo, com destaque para instrumentos como o Reporte de Indício de Fadiga, o Reporte Voluntário de Fadiga e o RELPREV, fundamentais para monitorar desempenho e riscos relacionados à exaustão.

Também foram abordadas a inclusão de testes psicológicos e o aumento do suporte especializado, reafirmando que a segurança operacional no espaço aéreo brasileiro depende, igualmente, da condição mental e da tomada de decisão dos operadores.

Padronização, SIGCEA e melhoria contínua

A programação tratou da padronização de eventos de grandes desvios de altitude, do acompanhamento de ocorrências registradas no SIGCEA e do monitoramento de recomendações de segurança.

O planejamento de capacitação contínua no âmbito do SISCEAB reforça o compromisso com a excelência operacional, transformando cada ocorrência em lições aprendidas para prevenir novos incidentes.

Autoridades, próximos passos e participação

Autoridades, incluindo o Brigadeiro do Ar James Souza Short, destacaram a necessidade de aprendizado constante e da implementação das ações propostas nas regionais.

Entre os próximos passos estão o acompanhamento das recomendações e a intensificação das rotinas de reporte e apoio aos profissionais, para consolidar a cultura de segurança operacional no espaço aéreo brasileiro.

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