Com atuação como membro titular da Comissão de Estudos de Direito Nuclear da OAB-RJ, a NUCLEP aproxima expertise técnica e jurídica, reforçando governança, conformidade e debates sobre SMRs
A presença da NUCLEP na comissão evidencia a necessidade de integração entre engenharia e direito no setor nuclear, setor marcado por alta complexidade regulatória e riscos técnicos.
Essa aproximação busca tornar as decisões mais seguras e previsíveis, ao combinar critérios científicos, de engenharia e segurança jurídica em processos regulatórios.
A iniciativa também amplia o diálogo sobre transição energética e inovação tecnológica, além de apontar para maior alinhamento com padrões internacionais, conforme informação divulgada pela NUCLEP.
Integração entre engenharia e direito
“A NUCLEP reforça sua atuação estratégica ao integrar, como membro titular, a Comissão de Estudos de Direito Nuclear da OAB-RJ.” Essa declaração, divulgada pela NUCLEP, sublinha a importância de unir saberes técnicos e jurídicos para decisões mais robustas.
Ao aproximar engenheiros e advogados, a comissão busca reduzir riscos operacionais e garantir conformidade com normas internacionais, colaborando para um ambiente regulatório mais claro e eficiente.
Contribuição técnica e visão internacional
“Durante as atividades da comissão, o engenheiro nuclear Gustavo Pereira destacou a importância da engenharia na qualificação das decisões jurídicas, trazendo experiências internacionais e abordando temas como a transição energética e o avanço dos reatores modulares pequenos (SMRs).” A fala de Gustavo reforça a relevância de experiências externas e de tecnologias emergentes no debate nacional.
O engenheiro também enfatizou a necessidade de retenção de profissionais qualificados, ponto fundamental para garantir desenvolvimento sustentável e competitividade do setor nuclear brasileiro.
Fortalecimento institucional e segurança regulatória
“A participação ativa de advogados da NUCLEP na comissão, como Patrizia Mastrangelo, Diego Brum, Natasha Albretch, Andreza Almeida e Leonardo Guimarães, demonstra o compromisso da empresa com a segurança jurídica e regulatória.” A presença desses profissionais fortalece a capacidade institucional de dialogar com órgãos reguladores e a sociedade.
Ao integrar diferentes áreas do conhecimento, a NUCLEP contribui para normas e práticas mais previsíveis, o que tende a atrair investimentos e qualificar projetos ligados a SMRs e à transição energética.
O movimento também reforça o papel do Brasil no cenário nuclear global, ao promover governança, conformidade e inovação técnica de forma articulada.


