No CEMOS, Almirante Wilson Lima Filho explicou atuação da ANTAQ e os impactos da regulação sobre a Marinha Mercante e a logística porto e navio, visando segurança e eficiência
A palestra integrou a rotina do Curso de Estado-Maior para Oficiais Superiores, conhecida como CEMOS, promovido pela Escola de Guerra Naval. O tema central abordou a relação entre operações navais e regras do setor aquaviário, com ênfase em práticas e políticas.
O Almirante Wilson Lima Filho explicou pontos cruciais sobre a atuação da Agência Nacional de Transportes Aquaviários, pontuando como a regulação influencia a operação de embarcações e a gestão portuária. O objetivo foi ampliar a visão estratégica dos oficiais-alunos.
O evento também promoveu a troca institucional entre militares e representantes do setor regulatório, contribuindo para a atualização profissional dos participantes, conforme informação divulgada pela Escola de Guerra Naval.
Formação estratégica no CEMOS
O Curso de Estado-Maior para Oficiais Superiores, ou CEMOS, prepara oficiais para funções de assessoramento e planejamento em alto nível. A grade inclui doutrina naval e temas intersetoriais, com palestras externas que enriquecem a formação.
Ao receber contribuições de especialistas, o CEMOS amplia a capacidade dos oficiais de entender o ambiente marítimo contemporâneo, fortalecendo a tomada de decisões que envolvem a **Marinha Mercante e ANTAQ**, entre outros atores.
Integração entre Marinha Mercante e regulação
Na apresentação, o Almirante destacou o papel da **ANTAQ** na regulação do transporte aquaviário, ressaltando o binômio **navio x porto** como elemento central da logística nacional. Esse enfoque mostra como normas e operação precisam caminhar juntas.
A palestra evidenciou a complementaridade entre as atribuições da agência reguladora e da Marinha do Brasil, apontando que coordenação entre defesa e regulação é essencial para garantir **eficiência**, **segurança** e desenvolvimento do transporte marítimo.
Troca de experiências e fortalecimento institucional
O encontro também serviu para o intercâmbio de experiências entre militares, fortalecendo o ambiente acadêmico da Escola de Guerra Naval. A recepção institucional pelo Contra-Almirante Cypriano reforçou o caráter oficial do evento.
Momentos como esse contribuem para a atualização constante dos oficiais e para o estreitamento das relações entre diferentes áreas do conhecimento, fundamentais para enfrentar os desafios do setor, especialmente no que tange à **Marinha Mercante e ANTAQ**.


