O CEDIH da Escola de Guerra Naval reuniu 31 participantes do Brasil, Angola, Equador e Venezuela, fortalecendo a formação em Direito Internacional Humanitário para operações, missões de paz e desafios tecnológicos
A Escola de Guerra Naval (EGN) concluiu, no dia 12 de maio, a terceira turma do Curso de Extensão em Direito Internacional Humanitário, com a participação de 31 alunos civis e militares, nacionais e estrangeiros.
O curso promoveu debates sobre uso da força, guerras irregulares, terrorismo, missões de paz e nova geração de ameaças, como guerra cibernética e armas autônomas.
As informações sobre a conclusão do curso e a composição da turma foram divulgadas pela Escola de Guerra Naval, conforme informação divulgada pela Escola de Guerra Naval (EGN).
Formato do curso e perfil dos participantes
O Curso de Extensão em Direito Internacional Humanitário, CEDIH, teve caráter multidisciplinar e reuniu profissionais das áreas de Direito, Relações Internacionais, Comunicação, História e Segurança Internacional.
Ao todo, 31 participantes concluíram a terceira turma, incluindo representantes de Angola, Equador e Venezuela, o que reforça a dimensão internacional da atividade promovida pela EGN.
Conteúdo programático e temas contemporâneos
A programação abordou os princípios e normas do Direito Internacional Humanitário, limites ao uso da força, crimes de guerra, e a atuação do Tribunal Penal Internacional.
Foram igualmente tratados temas emergentes, como guerra cibernética, armas autônomas e conflitos armados não internacionais, desafios que complexificam a aplicação das normas tradicionais em cenários modernos.
Repercussões para operações militares e missões de paz
A capacitação visa aprimorar a capacidade de civis e militares para planejar e conduzir operações compatíveis com compromissos internacionais, especialmente em missões de paz e ações humanitárias.
Segundo a coordenação do curso, a iniciativa fortalece a cultura jurídica nas Forças Armadas e amplia a participação do Brasil em fóruns sobre paz, segurança e cooperação humanitária.
Cooperação internacional e próximos passos
A presença de estudantes estrangeiros reforça redes de cooperação acadêmica e institucional, e favorece o intercâmbio de experiências sobre operações internacionais e estabilidade global.
Ao concluir mais uma edição do CEDIH, a EGN consolida seu papel como espaço de reflexão estratégica sobre Direito Internacional Humanitário e os dilemas colocados pelas rápidas transformações tecnológicas e geopolíticas.


