Na visita em 29 de abril de 2026 em Itajaí, 22 embaixadores acompanharam a construção das Fragatas Tamandaré e avaliaram oportunidades de cooperação, exportação e transferência de tecnologia
A visita ao estaleiro em Itajaí (SC) colocou as Fragatas Tamandaré no centro de um diálogo internacional sobre defesa e indústria naval. Diplomatas puderam ver etapas da construção e discutir possibilidades de parcerias industriais.
O encontro, coordenado pelo Ministério da Defesa com participação da Marinha do Brasil, buscou aproximar atores diplomáticos e setoriais para ampliar a inserção do país no mercado de meios navais.
No final da agenda, autoridades destacaram potencial de geração de empregos especializados e transferência de tecnologia, conforme informação divulgada pelo Defesa em Foco.
Visita e contexto diplomático
O grupo formado por 22 embaixadores percorreu áreas do estaleiro da ThyssenKrupp Marine Systems, em Itajaí (SC), em uma agenda que evidenciou interesse em conhecer a Base Industrial de Defesa, a chamada BID. A iniciativa teve caráter estratégico, reunindo representantes de mais de 20 países e órgãos como o BNDES.
Avanços tecnológicos e impacto industrial
O Programa Fragatas Tamandaré é apresentado como um projeto de modernização da Marinha do Brasil que incorpora sistemas modernos de combate naval. Fontes apontam que a complexidade do desenvolvimento das embarcações demonstra capacidade técnica e potencial para reduzir dependências externas.
Cooperação, transferência de tecnologia e exportações
Durante a visita, diplomatas e autoridades discutiram possibilidades de transferência de tecnologia e projetos conjuntos. A programação ressaltou que o programa pode abrir portas para exportações e posicionar o Brasil como fornecedor de soluções navais no cenário internacional.
Impacto regional e emprego qualificado
Especialistas e gestores destacaram o papel de Santa Catarina como polo relevante da indústria naval brasileira, por combinar infraestrutura portuária e tradição marítima. O programa das fragatas também foi ligado à criação de empregos qualificados e ao desenvolvimento de cadeias produtivas locais.
O evento em Itajaí reforçou que a integração entre defesa, indústria e inovação pode ampliar a competitividade global do país, e que a participação de entidades estatais e financeiras consolida o projeto como agenda de política externa e economia.


