domingo
10 maio

Operação Uiraçu amplia capacidade de combate na selva amazônica, Exército Brasileiro valida OVN e técnicas aeromóveis com Pantera e Jaguar para resposta rápida

Operação Uiraçu reforça presença estratégica na Amazônia Oriental com voos táticos, infiltração aeromóvel e emprego de tecnologia para atuação em ambientes de alta complexidade

A Operação Uiraçu concluiu uma série de exercícios que ampliaram a capacidade do Exército de atuar na selva amazônica, com ênfase em rapidez de resposta e inserção em áreas de difícil acesso.

As atividades combinaram manobras aeromóveis, técnicas de infiltração e treinamentos noturnos, elevando a prontidão das unidades destacadas na região, com foco em cenários reais de combate na selva.

O exercício teve participação do Destacamento de Aviação do Exército do Comando Militar do Norte e integração com tropas de selva, em ações que reforçam a presença do Estado em áreas remotas, conforme informação divulgada pelo Exército Brasileiro.

Domínio técnico e técnicas aeromóveis

A operação demonstrou o domínio técnico em infiltração aeromóvel, com execução de técnicas específicas para inserção de tropas em ambiente amazônico, garantindo precisão e segurança nas manobras.

Segundo a divulgação oficial, entre as ações realizadas estiveram “rapel, fast rope, guincho e transporte de carga por meio das aeronaves Pantera e Jaguar.” Essa combinação permite acesso a locais sem infraestrutura, ampliando o alcance das operações.

Integração com o 2º Batalhão de Infantaria de Selva

A integração entre a aviação do Exército e o 2º Batalhão de Infantaria de Selva (2º BIS) reforçou o emprego conjunto, potencializando a capacidade operacional em cenários de combate na selva, com coordenação entre aeronaves e tropas de solo.

As manobras aeromóveis e os voos táticos a baixa altitude exigiram elevado nível de perícia das tripulações, o que é crucial para missões de infiltração e apoio logístico em áreas de difícil acesso.

Tecnologia, visão noturna e prontidão permanente

Um avanço testado na operação foi o uso de Óculos de Visão Noturna (OVN), que permitem operações em escuridão total, ampliando a consciência situacional e a eficiência em patrulhamento e vigilância noturna.

O emprego do OVN melhora a capacidade de atuação independente do horário, contribuindo para a dissuasão e a prontidão permanente do Exército Brasileiro na região amazônica.

Presença estratégica e segurança na Amazônia

A Operação Uiraçu reafirma a presença do Estado em áreas remotas da Amazônia, fortalecendo a vigilância e a proteção de regiões estratégicas, além de consolidar a atuação da Força Terrestre na defesa da soberania nacional.

O conjunto de técnicas, integração entre aviação e tropas de selva e o uso de tecnologia visam ampliar a capacidade de resposta a diferentes ameaças e garantir que as forças estejam preparadas para atuar em qualquer cenário na Amazônia.

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