Unidade forma especialistas para emprego de cães de guerra em segurança, patrulhamento e apoio operacional, com treinamentos práticos de natação utilitária e rapel
O 1º Batalhão de Operações Ribeirinhas reforçou sua capacidade de ação com a formação de militares especializados no manejo de cães de guerra, ampliando opções de patrulhamento e segurança em áreas ribeirinhas.
O curso “Estágio de Adestrador de Cães em Atividade Militar” foi realizado no 7º Batalhão de Polícia do Exército, e qualificou profissionais para treinamento, condução e emprego operacional desses cães.
Participaram nove militares, com atividades práticas e teóricas, e o grupo incluiu incluindo duas mulheres, sinalizando maior diversidade nas equipes especializadas.
conforme informação divulgada pelo Defesa em Foco
Adestramento e metodologia
A formação combinou fase teórica, com instruções sobre comportamento canino, técnicas de adestramento, legislação aplicada e cuidados com o bem-estar dos animais, e uma etapa prática voltada ao emprego real.
O foco técnico buscou garantir que os condutores dominem métodos de ensino positivo, controle e disciplina, além de compreenderem normas que regem o uso de cães em atividades militares e de segurança.
Binômio condutor-cão e atividades práticas
Os exercícios práticos enfatizaram a construção do binômio condutor-cão, com sessões para desenvolver confiança, comunicação e resposta rápida entre militar e animal, fundamentais para missões complexas.
O 1º BtlOpRib contribuiu com instrutor e apoiou atividades específicas, incluindo instruções de natação utilitária e rapel da torre com os cães, preparando as equipes para ambientes ribeirinhos e operações de difícil acesso.
Impacto na prontidão e diversidade
A conclusão do estágio representa investimento na qualificação do efetivo, fortalecendo a prontidão da tropa e ampliando o número de especialistas aptos a empregar cães de guerra em futuras missões.
Ter nove militares qualificados, incluindo duas mulheres, reforça a capacidade operacional e a diversidade no quadro, além de desenvolver competências em liderança, tomada de decisão e trabalho em equipe.
Relevância operacional dos cães de guerra
Os cães de guerra permanecem como multiplicadores de força, com sensibilidade e mobilidade que complementam tecnologia, atuando em patrulhamento, segurança de instalações, detecção de ilícitos e localização de pessoas.
Em operações ribeirinhas, equipes capacitadas com cães ampliam vigilância e proteção de áreas sob responsabilidade da unidade, contribuindo para respostas mais rápidas e versáteis a incidentes.
A formação recém-concluída confirma o compromisso do Exército Brasileiro com a qualificação permanente do efetivo e com a incorporação de capacidades que aumentem a eficácia das missões da Força Terrestre.


