terça-feira
11 agosto

2º Batalhão de Selva amplia preparo para operações aeromóveis na Amazônia, com EBCA, Aviação do Exército e OVN para resposta rápida em áreas remotas

Treinamento reuniu militares do Pará, Amapá e Maranhão no Estágio Básico do Combatente Aeromóvel, ampliando a mobilidade aérea e a prontidão operacional na região amazônica

O 2º Batalhão de Infantaria de Selva, conhecido como 2º BIS, concluiu mais uma edição do Estágio Básico do Combatente Aeromóvel, voltado à preparação de tropas para missões com emprego de aeronaves em áreas de difícil acesso.

Participaram militares de Organizações Militares do Pará, Amapá e Maranhão, em atividades que combinaram instruções teóricas e práticas para operações em ambiente de selva, com foco em rapidez e segurança.

Conforme informação divulgada pelo Defesa em Foco.

Capacitação prática para operações aeromóveis

Durante o estágio, os participantes passaram por treinamentos de embarque e desembarque em helicópteros, balizamento de zonas de pouso, infiltração por fast rope, rapel e procedimentos de segurança específicos para **operações aeromóveis**.

Os exercícios incluíram assaltos aeromóveis simulados, transporte de feridos e patrulhamento em área de selva, buscando reproduzir as condições encontradas em missões reais pela vasta região amazônica.

Integração com a Aviação do Exército

O Destacamento de Aviação do Exército do Comando Militar da Amazônia Oriental apoiou as atividades, permitindo que os militares experimentassem procedimentos operacionais usados em missões reais, o que reforça a interoperabilidade entre tropas de superfície e meios aéreos.

Essa sinergia entre infantaria e aviação é decisiva para ampliar a capacidade de projeção e reduzir o tempo de infiltração, apoio logístico e evacuação em locais onde o deslocamento terrestre pode levar dias.

Tecnologia e adaptabilidade em ambiente de selva

Os estagiários também treinaram com Óculos de Visão Noturna, OVN, equipamento que amplia a capacidade de movimentação e vigilância em operações noturnas, otimizando a execução de **operações aeromóveis** em baixa luminosidade.

Além das técnicas específicas, o EBCA reforçou atributos individuais como condicionamento físico, adaptabilidade e tomada de decisão sob pressão, qualidades essenciais para atuação em um dos ambientes mais desafiadores do planeta.

Impacto estratégico e intercâmbio regional

A participação de militares do Pará, Amapá e Maranhão favorece o intercâmbio de experiências e a padronização de procedimentos entre Organizações Militares da Amazônia Oriental, elevando a capacidade de atuação conjunta em futuras missões.

O investimento contínuo em formação para **operações aeromóveis** fortalece a presença institucional do Exército Brasileiro na Amazônia, contribuindo para missões de defesa, vigilância e apoio às populações locais.

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