Exército realizou a 1ª Escola de Fogo de Instrução de 2026 com operadores e mantenedores do Sistema ASTROS, consolidando formação prática, integração entre equipes e capacidade de emprego
A 1ª Escola de Fogo de Instrução de 2026 teve caráter prático e reuniu militares especialistas no Sistema ASTROS, em uma fase decisiva da formação para operadores e mantenedores.
O treinamento permitiu que os alunos aplicassem procedimentos de planejamento, preparação e emprego do sistema em condições próximas às operacionais, aumentando a confiança e a eficiência das equipes.
Ao final da etapa, foi realizada uma campanha de tiro que validou o aprendizado e elevou a prontidão da Artilharia de Mísseis e Foguetes, conforme informação divulgada pelo Defesa em Foco.
Escola de Fogo, estrutura e objetivo da instrução
Conforme a divulgação, entre os dias 26 e 28 de maio aconteceu a “1ª Escola de Fogo de Instrução (EsFI) de 2026”, reunindo alunos dos Cursos de Operação e de Manutenção Eletrônica do Sistema de Mísseis e Foguetes ASTROS.
A atividade representou a etapa prática mais importante dos cursos, e os participantes tiveram a oportunidade de aplicar em campo o conhecimento acumulado ao longo de “mais de três meses de instrução”.
O objetivo central da Escola de Fogo foi proporcionar uma experiência operacional completa, integrando planejamento, coordenação, preparação e execução de missões com o Sistema ASTROS.
Campanha de tiro real e integração entre equipes
Um dos pontos altos foi a realização da “campanha de tiro real de foguetes”, etapa que permitiu aos instruendos acompanhar todas as fases do emprego operacional do Sistema ASTROS.
Durante os “três dias” de atividades intensas, os militares participaram do planejamento das missões, da preparação dos lançadores, dos procedimentos de segurança e da execução dos disparos.
O exercício exigiu coordenação entre operadores e mantenedores, e reforçou que a integração entre equipes é essencial para garantir a disponibilidade e a eficiência dos meios empregados.
Sistema ASTROS como capacidade estratégica
O Sistema ASTROS é reconhecido como um dos mais modernos em operação na América Latina, e desempenha papel central na dissuasão e no poder de combate do Exército Brasileiro.
Desenvolvido pela indústria nacional, o sistema combina mobilidade, precisão e flexibilidade, podendo empregar diferentes tipos de foguetes e mísseis para atingir alvos a longas distâncias.
Além do emprego operacional, o Sistema ASTROS integra programas de modernização do Exército e evidencia a capacidade tecnológica da Base Industrial de Defesa do país.
Formação especializada e manutenção da prontidão
A elevada sofisticação do Sistema ASTROS demanda profissionais altamente capacitados, capazes de operar, manter e empregar os recursos com eficiência.
Por isso, a formação conduzida pelos centros de instrução da Artilharia de Mísseis e Foguetes é estratégica, garantindo a preservação do conhecimento técnico e a incorporação de novas doutrinas.
A realização da Escola de Fogo reafirma o compromisso do Exército com a qualificação contínua das tropas, e contribui para manter altos níveis de prontidão e capacidade de resposta em cenários contemporâneos.
Ao consolidar procedimentos em campo e validar o emprego do Sistema ASTROS por meio da campanha de tiro real, a EsFI reforça o poder de fogo da Artilharia, e amplia a confiança operacional dos futuros especialistas.
Para o Exército, o investimento em instrução prática e em manutenção de sistemas estratégicos, como o Sistema ASTROS, é parte central da preparação para defender a soberania e responder aos desafios do ambiente de segurança.
Fonte, conforme informação divulgada pelo Defesa em Foco.


