Na sequência do terremoto de 24 de junho, o Capelão da Marinha atua junto ao 2º Contingente da FRIDA para ampliar atendimento emocional, religioso e social às vítimas e militares
O envio de apoio religioso integra a resposta brasileira às consequências do tremor de terra, com foco no acolhimento das pessoas afetadas.
A presença do capelão busca oferecer conforto e orientação espiritual em meio a perdas, deslocamentos e sofrimento causado pelo desastre.
As atividades combinam assistência material e suporte emocional, com profissionais de saúde e assistência social trabalhando de forma integrada, conforme informação divulgada pela Marinha do Brasil
A Marinha do Brasil enviou à Venezuela o Capelão Naval 1º Tenente Padre Adilson Silva para integrar a Capelania Operativa do Comando da Divisão Litorânea da Força de Fuzileiros da Esquadra, subordinada ao 2º Contingente da Força de Resposta Imediata a Desastres Ambientais (FRIDA).
Atividades religiosas e apoio espiritual
Nas áreas de atendimento, o capelão da Marinha celebra a Santa Missa e administra o sacramento da Reconciliação por meio de confissões, oferecendo um espaço de escuta e acolhimento.
Essas ações religiosas são apresentadas como complemento ao socorro material, levando conforto e esperança a famílias que perderam parentes e bens no desastre.
Atuação multidisciplinar, psicologia e assistência social
O trabalho do Padre Adilson Silva ocorre em conjunto com psicólogos e assistentes sociais, formando uma abordagem voltada ao cuidado integral das vítimas.
Essa integração busca atender necessidades emocionais e práticas, como orientação e encaminhamentos, além do suporte espiritual.
Apoio aos militares envolvidos na operação
Além das comunidades afetadas, a atuação da Capelania Naval oferece suporte aos próprios militares do contingente, que convivem diretamente com situações de emergência e sofrimento humano.
O atendimento aos profissionais contribui para manter a resiliência e a saúde mental das equipes durante a missão.
Solidariedade brasileira e perspectivas
A presença do contingente brasileiro na Venezuela reforça a dimensão humanitária da atuação das Forças Armadas em desastres, incluindo capacidades operacionais e de saúde, psicológicas e religiosas.
Com a participação da Capelania Naval, a resposta busca ampliar não apenas o atendimento material, mas também o acompanhamento emocional e espiritual, fortalecendo a rede de apoio às famílias afetadas.


