Fase de Teste e Avaliação, gerida pelo CAEx, seguirá até a conclusão prevista para o segundo semestre de 2026 enquanto CTEx conduz licenciamento da tecnologia para a IMBEL/FMCE
O Exército Brasileiro dá passos decisivos para transformar o projeto do RDS Defesa Veicular V4 em produto fabricado no país.
A atual etapa busca confirmar desempenho e atendimento a requisitos operacionais, abrindo caminho para a produção industrial nacional.
Conforme informação divulgada pelo CTEx e pelo CAEx.
O que está sendo avaliado na fase atual
O projeto passa pelo processo de Teste e Avaliação, conduzido pelo Centro de Avaliações do Exército, o CAEx, com foco em verificar se a solução atende aos requisitos técnicos e operacionais estabelecidos.
Essa checagem é feita de modo sistemático, com ensaios que simulam condições reais de uso, interoperabilidade e robustez, para garantir que o rádio definido por software cumpra sua função em ambiente militar.
Prazo e marco de maturidade
Segundo o Centro Tecnológico do Exército, a conclusão do processo está conclusão prevista para o segundo semestre de 2026, etapa que representa um marco no ciclo de desenvolvimento do RDS Defesa Veicular V4.
O encerramento dos testes permitirá consolidar a avaliação do desempenho e decidir os próximos passos do programa, incluindo a transição para fabricação em escala.
Produção nacional e licenciamento industrial
Paralelamente aos ensaios, o CTEx conduz o licenciamento da tecnologia para a IMBEL/FMCE, etapa necessária para conectar o desenvolvimento tecnológico à capacidade industrial brasileira.
O objetivo é assegurar a nacionalização da fabricação do RDS Defesa, fortalecendo autonomia em comunicações militares e reduzindo dependência externa.
Origem do projeto e impactos
O RDS Defesa é resultado de um projeto conjunto conduzido pelo CTEx em parceria com a Marinha do Brasil e a Força Aérea Brasileira, iniciativa que busca uma solução nacional para comunicações militares.
Se validada, a produção do RDS Defesa Veicular V4 no país poderá ampliar a capacidade industrial e tecnológica das Forças Armadas, além de suportar futuras atualizações e integração com sistemas nacionais.
Fontes citadas: Centro Tecnológico do Exército, Centro de Avaliações do Exército.


