quinta-feira
13 agosto

Operação Escudo reforça vigilância na fronteira do Rio Negro com patrulhamento fluvial, fiscalização e ação cívico-social do 6º PEF em Pari-Cachoeira, Cabeça do Cachorro

Operação Escudo, realizada em 25 de fevereiro de 2026, combinou REFRON e ACISO na faixa de fronteira do Rio Negro, com foco em coibir crimes transfronteiriços e apoiar comunidades indígenas

O Exército Brasileiro executou, no dia 25 de fevereiro de 2026, ações da Operação Escudo na faixa de fronteira do Rio Negro, reforçando a presença estatal na região conhecida como Cabeça do Cachorro.

As atividades foram conduzidas pelo Comando de Fronteira Rio Negro e pelo 5º Batalhão de Infantaria de Selva, a partir da Base de Operações do 6º Pelotão Especial de Fronteira, Pari-Cachoeira, integrando missões de Reconhecimento de Fronteira (REFRON) e Ação Cívico-Social (ACISO).

As medidas visaram fortalecer a vigilância e a cooperação com populações locais, conciliando ações de segurança e atendimento social, conforme informação divulgada pelo Exército Brasileiro.

Patrulhamento, fiscalização e foco em ilícitos transfronteiriços

Nas missões de REFRON, as equipes realizaram patrulhamentos fluviais, monitoramento e fiscalização, com ênfase na abordagem de embarcações. O objetivo central foi coibir atividades ilícitas transfronteiriças, como tráfico de drogas, contrabando e crimes ambientais.

O trabalho de fiscalização aumenta a capacidade de vigilância do Estado em uma das regiões mais sensíveis do território brasileiro, ampliando a dissuasão e a presença permanente em pontos avançados da Amazônia.

ACISO e atendimento à Comunidade Indígena de São João Batista

Paralelamente às ações operacionais, a ACISO levou atendimentos médicos e odontológicos à Comunidade Indígena de São João Batista, garantindo cuidados básicos de saúde às famílias locais.

Em áreas remotas, onde o acesso a serviços públicos é limitado, esse tipo de ação representa apoio direto à população e fortalece vínculos de confiança entre as Forças Armadas e as comunidades indígenas.

Importância estratégica da Cabeça do Cachorro

A região conhecida como Cabeça do Cachorro, no extremo noroeste do Amazonas, tem elevada relevância estratégica pela proximidade com fronteiras internacionais e pela complexidade geográfica.

Manter tropas capacitadas e presentes é essencial para garantir a Defesa da Pátria, combater ilícitos transfronteiriços e proteger o meio ambiente, funções que a Operação Escudo busca integrar por meio de patrulhamento, fiscalização e ação social.

Presença avançada e integração com a população

A atuação a partir do 6º Pelotão Especial de Fronteira, Pari-Cachoeira demonstra a importância de frações isoladas como pontos avançados de presença e dissuasão na Amazônia.

Ao conjugar medidas de segurança e assistência social, a operação reforça o papel do Exército como instrumento de presença do Estado brasileiro na região, ampliando a cooperação e a proteção às comunidades ribeirinhas e indígenas.

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