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JORNALISMO DE DEFESA PARA TODOS Brasil · 23 de setembro de 2026
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Exército reúne estudos e exercícios para enfrentar drones em combate

Análise aponta busca por defesa em camadas, combinando sensores, guerra eletrônica, proteção de blindados e resposta armada.

O que aconteceu

Estudos doutrinários, pesquisas do Instituto Militar de Engenharia e exercícios do Exército mostram atenção crescente à defesa contra drones. O tema envolve proteger tropas, bases e viaturas diante de plataformas pequenas que podem observar posições, corrigir tiros ou transportar explosivos.

A resposta estudada é formada por camadas. Radares e sensores ópticos ou de radiofrequência tentam localizar a ameaça; sistemas de guerra eletrônica podem interferir no controle ou na navegação; e meios armados podem ser usados quando o bloqueio não basta. Redes, dispersão e camuflagem continuam relevantes como proteção passiva.

Os documentos e exercícios confirmam pesquisa e experimentação, mas não equivalem ao anúncio de uma compra ou à entrada de um sistema completo em serviço. C-UAS é a sigla em inglês para sistemas de combate a aeronaves não tripuladas, e sua implantação depende de integração, testes, doutrina e recursos.

Por que isso importa

Drones baratos podem ameaçar equipamentos muito mais caros, criando uma assimetria de custo. Por isso, forças terrestres procuram combinar diferentes sensores e formas de neutralização em vez de depender de uma única arma.


Fontes e transparência

Síntese em linguagem acessível. Consulte as fontes de origem para mais detalhes.

Defesa em Foco — 22 de setembro de 2026 ↗

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