A criação de uma segunda esquadra da Marinha do Brasil no Norte ou Nordeste é uma proposta antiga de planejamento, retomada diante da importância estratégica da Margem Equatorial. Uma análise publicada pelo Defesa em Foco afirma que não há, nas informações públicas examinadas, indicação de que a força já tenha sido implantada.
A Estratégia Nacional de Defesa aprovada pelo Decreto nº 12.725/2025 inclui a Margem Equatorial, entre o Amapá e o Rio Grande do Norte, entre as áreas marítimas que exigem atenção especial do Poder Naval. O documento também considera outras regiões, como a faixa entre Santos e Vitória e a Elevação do Rio Grande.
O Nordeste já conta com comandos distritais e meios navais, mas essa presença não equivale a uma esquadra oceânica. Uma nova estrutura exigiria navios disponíveis, instalações, pessoal e apoio para manutenção e abastecimento. A análise aponta que uma decisão dependeria de estudos operacionais e escolhas orçamentárias, além da comparação com alternativas como ampliar pontos de apoio e manter forças oceânicas em rodízio.
Fontes: Defesa em Foco, análise sobre a proposta de uma segunda esquadra no Norte ou Nordeste; Estratégia Nacional de Defesa aprovada pelo Decreto nº 12.725/2025.
