Retomada operacional da Base de Hidrografia de Niterói amplia uso dual do PIREF, permite atracação do PSV Alcatraz e abre caminho para investimentos na infraestrutura naval
A Base de Hidrografia da Marinha em Niterói voltou a receber navios extra-Marinha, após quase uma década, marcando uma mudança na capacidade logística disponível na região.
A atracação do navio Platform Supply Vessel (PSV) “Alcatraz” ilustra o potencial de uso civil da estrutura militar, com reflexos diretos na movimentação portuária da Baía de Guanabara.
A medida amplia o conceito de uso dual da base, permitindo que a Marinha ofereça suporte tanto a operações militares quanto a demandas comerciais e civis.
conforme informação divulgada pelo Defesa em Foco.
Retomada operacional e uso dual da infraestrutura naval
A retomada das atracações de embarcações não pertencentes à Marinha representa um marco para a Base de Hidrografia de Niterói, cujo emprego havia sido restrito ao uso militar por anos.
O procedimento, além de permitir a atracação do PSV Alcatraz, evidencia que o local pode apoiar operações civis, comerciais e de apoio logístico, ampliando as fontes de receita da unidade.
Localização estratégica e apoio às operações na Baía de Guanabara
Situada na entrada da Baía de Guanabara, a base tem posição privilegiada para receber embarcações que atuam na região, oferecendo infraestrutura e segurança institucional.
O uso do Píer Almirante Paulo Irineu Roxo Freitas (PIREF) otimiza instalações existentes e facilita a integração entre operações militares e atividades portuárias civis.
Impactos econômicos e modernização da infraestrutura naval
A possibilidade de atracar navios comerciais abre espaço para captação de recursos, que podem ser aplicados na manutenção e modernização do espaço, fortalecendo o Complexo Naval da Ponta da Armação.
Ao ampliar as formas de utilização da base, a Marinha do Brasil reforça sua capacidade de prestar serviços e apoiar setores ligados à logística marítima, energia e comércio.
Próximos passos e expectativas
Com a reativação gradual das atracações, a expectativa é de maior frequência de embarcações civis e investimentos em infraestrutura, mantendo a segurança e a operação coordenada entre as áreas responsáveis.
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