terça-feira
10 fevereiro

Marinha inicia obras da nova estação científica em São Pedro e São Paulo, com passarela instalada, apoio da UFES e navio Araguari, conclusão prevista para 2026

Instalação da passarela na estação científica em São Pedro e São Paulo, a cerca de mil quilômetros da costa, integra o PROARQUIPELAGO com operação da SECIRM e UFES

A Marinha do Brasil, em parceria com a Universidade Federal do Espírito Santo, iniciou a construção da terceira estação científica no Arquipélago de São Pedro e São Paulo.

A etapa inaugurada em 8 de dezembro contempla a montagem da nova passarela, peça-chave para o acesso seguro dos pesquisadores, em um ponto do Atlântico com condições adversas.

A obra faz parte do PROARQUIPELAGO e envolve logística complexa, transporte de carga especializada e trabalho integrado entre forças militares e instituições civis.

conforme informação divulgada pela Marinha do Brasil

Obra e desafios de engenharia

A construção da nova estação científica no ASPSP impõe desafios logísticos e estruturais singulares, em razão do mar agitado, do relevo rochoso e da limitação de espaço no arquipélago.

Localizado a cerca de mil quilômetros da costa brasileira, o arquipélago apresenta mar agitado, relevo rochoso e limitação de espaço físico, fatores que exigem precisão de engenharia e rigor na execução, o que orientou o projeto arquitetônico da UFES e a escolha de materiais resistentes à salinidade e aos ventos.

Passarela, segurança e operação

A etapa inaugurada em 8 de dezembro contemplou a montagem da nova passarela, estrutura fundamental para o acesso seguro dos pesquisadores, reduzindo riscos no transbordo entre embarcações e as rochas escorregadias do local.

O transporte de pessoal, equipamentos e carga especializada foi realizado com apoio do Navio-Patrulha Oceânico Araguari, ação que permitiu levar módulos e materiais necessários para esta fase da obra.

Parcerias e equipe técnica

A operação, conduzida pela SECIRM no âmbito do PROARQUIPELAGO, representa um marco para a pesquisa oceânica e para a presença brasileira no Atlântico Equatorial, segundo as instituições envolvidas.

A equipe de trabalho reúne militares da Base Naval de Natal, engenheiros da UFES e analistas do ICMBio, garantindo integração entre engenharia, segurança e conservação ambiental durante a execução.

Impacto científico e estratégico

A nova estação científica em São Pedro e São Paulo vai ampliar a capacidade de coleta de dados sobre mudanças climáticas, dinâmica oceânica e biodiversidade marinha, com instalações mais seguras e sistemas de energia otimizados.

Segundo a SECIRM, ao menos outras três comissões serão necessárias até a conclusão total da estação, prevista para o segundo semestre de 2026, etapas que manterão a presença contínua do Brasil no Atlântico Equatorial e fortalecerão a soberania e a pesquisa no arquipélago.

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