terça-feira
16 junho

Tropa paraquedista eleva prontidão com Operação Biguá, adestramento em operações aquáticas amplia infiltração em rios, lagos e áreas litorâneas e prepara salto noturno em massa d’água

Operação Biguá inicia ciclo operacional que treina cerca de 230 militares da tropa paraquedista para infiltrações em rios, lagos e zonas costeiras, e culmina com salto noturno em massa d’água

A Brigada de Infantaria Pára-quedista elevou o nível de prontidão ao realizar a Operação Biguá, voltada ao adestramento em operações aeroterrestres em ambiente aquático.

O treinamento amplia a capacidade de infiltração da tropa paraquedista em rios, lagos e áreas litorâneas, permitindo ações em locais sem zonas de lançamento terrestres.

O ciclo operacional prepara a tropa para saltos noturnos e operações coordenadas sobre massas d’água, com foco em flexibilidade e resposta rápida, conforme informação divulgada pela Brigada de Infantaria Pára-quedista.

Capacitação para operações em ambiente aquático

A Operação Biguá representa avanço na preparação, ao capacitar militares para infiltrações em ambientes aquáticos. O adestramento permite que a tropa paraquedista atue em cenários onde o acesso terrestre é restrito, aumentando as opções táticas.

O treinamento inclui procedimentos de embarque e desembarque sobre a água, navegação em pequenas embarcações e técnicas de sobrevivência, com ênfase em coordenação e precisão nas ações.

Envolvimento vertical e poder de combate

No campo contemporâneo, o envolvimento vertical segue como diferencial das unidades aeroterrestres, ao possibilitar projeção rápida de força sobre áreas estratégicas, para surpreender o inimigo e afetar linhas de suprimento.

A Força-Tarefa Biguá, composta por cerca de 230 militares, atua como multiplicador de poder de combate, integrando meios e padronizando procedimentos operacionais para missões em ambiente aquático.

Prontidão e preparo contínuo da tropa

O ciclo de adestramento culminará na execução do salto noturno em massa d’água, uma das atividades mais exigentes da formação paraquedista, que demanda elevada coordenação, preparo físico e domínio técnico.

Ao manter elevados padrões de treinamento, o Exército Brasileiro assegura capacidade de resposta em diferentes ambientes, reforçando a prontidão e a eficiência da tropa paraquedista em missões de emprego estratégico.

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