sexta-feira
14 agosto

Exército treina cães de guerra em operações ribeirinhas na Amazônia, 7º BPE amplia prontidão com binômio condutor/cão em infiltração fluvial e captura de fugitivos

Treinamento com cães de guerra em operações ribeirinhas no CECMA focou infiltração fluvial, abandono de embarcação e atuação integrada entre 7º BPE, 1º Batalhão de Operações Ribeirinhas e Guarda Municipal de Manaus

O Exército Brasileiro intensificou a preparação de suas tropas na Amazônia ao promover uma capacitação especializada para atuação em áreas ribeirinhas, com ênfase no uso tático de animais adestrados.

A atividade, organizada pelo 7º Batalhão de Polícia do Exército (7º BPE), simulou cenários de alta complexidade, exigindo adaptação rápida, coordenação e preparo físico dos militares e dos cães.

Durante os exercícios no Centro de Embarcações do Comando Militar da Amazônia (CECMA), foram praticadas infiltração fluvial, abandono de embarcação e operações em margens de rio, com emprego do binômio condutor/cão em contextos reais de conflito e vigilância, conforme informação divulgada pelo Defesa em Foco.

Treinamento em ambiente ribeirinho

As instruções reproduziram situações típicas da região amazônica, com embarcações, margens alagadas e deslocamentos por corredores fluviais.

Os exercícios envolveram técnicas de infiltração fluvial e abandono de embarcação, garantindo que equipes e animais suportem operações descentralizadas na selva.

Binômio condutor/cão como vetor operacional

O uso do binômio condutor/cão foi destacado como diferencial estratégico, com práticas que incluíram o lançamento do cão em meio aquático e a participação em ações de captura de fugitivos.

Esses cães de guerra em operações ribeirinhas atuam como multiplicadores do poder de combate, ampliando vigilância, dissuasão e controle em ambientes de baixa previsibilidade.

Interoperabilidade entre forças

A capacitação contou também com a presença do 1º Batalhão de Operações Ribeirinhas e da Guarda Municipal de Manaus, reforçando a troca de técnicas e a integração entre instituições.

Essa cooperação contribui para a modernização de doutrinas e para a capacidade de resposta em cenários complexos na Amazônia.

Impacto na segurança regional

Ao aprimorar o emprego de meios humanos e caninos, o Exército busca aumentar a eficiência operacional e a prontidão das tropas em áreas ribeirinhas.

O treinamento evidencia o compromisso com a segurança na região amazônica e com o desenvolvimento de capacidades específicas para a selva e o ambiente fluvial.

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