Evento do PPGEM destacou políticas públicas, financiamento e formação para transformar a Amazônia Azul em vetor de crescimento sustentável, segurança e inovação para o país
Realizada no dia 13 de abril, a Aula Magna do Programa de Pós-Graduação em Estudos Marítimos reuniu autoridades civis e militares, além do corpo docente e discente da EGN, para debater o papel do mar no desenvolvimento.
A palestra foi ministrada por representante do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, que abordou o tema “O mar na agenda do desenvolvimento nacional”, e analisou o potencial da atividade marítima para a economia brasileira.
O encontro reforçou a visão da Marinha sobre a necessidade de integrar defesa, economia e sustentabilidade para consolidar a Amazônia Azul como pilar de soberania e crescimento, conforme informação divulgada pela Escola de Guerra Naval.
Economia azul e políticas públicas
Durante a exposição, foi enfatizada a relevância da economia azul como instrumento para impulsionar o desenvolvimento, conciliando a exploração dos recursos marinhos com a preservação ambiental.
O BNDES foi apontado como agente indutor de projetos voltados ao uso sustentável dos oceanos, financiando iniciativas que abrangem desde a proteção de ecossistemas até o fortalecimento da infraestrutura marítima. A fala reforçou o papel do banco no desenho de investimentos estratégicos para portos, logística e pesquisa.
Formação acadêmica e qualificação estratégica
O Programa de Pós-Graduação em Estudos Marítimos, PPGEM, foi destacado como peça-chave na formação de especialistas em temas ligados ao mar e à defesa, oferecendo base para políticas públicas mais embasadas.
A integração entre academia e instituições públicas, segundo os organizadores, fortalece a produção de conhecimento estratégico, essencial para o desenho de projetos que conciliem desenvolvimento econômico, inovação e conservação.
Amazônia Azul, recursos e soberania
A aula ressaltou que a Amazônia Azul, rica em recursos naturais, representa um dos pilares para o crescimento econômico e a segurança do Brasil, exigindo atenção coordenada em políticas de uso sustentável e de defesa.
Ao colocar o mar como eixo central da agenda nacional, a EGN e seus interlocutores apontam para a necessidade de planejamento integrado, que alinhe investimentos, pesquisa e proteção ambiental para garantir soberania e oportunidades futuras.


