sexta-feira
19 junho

REMAX 4 padronizado pelo Exército, arma remotamente controlada que reforça autonomia tecnológica, ARES e CTEx consolidam solução nacional com mais de 300 unidades

Padronização oficial amplia proteção das tropas, consolida o REMAX 4 como referência em armas remotamente controladas e fortalece a Base Industrial de Defesa

A padronização do REMAX 4 pelo Exército Brasileiro, formalizada em portaria, representa um avanço na modernização das capacidades terrestres.

O sistema chega à padronização após décadas de desenvolvimento conjunto entre indústria e Força, e passa a ser referência em operação remota e proteção do combatente.

Segundo a publicação, o sistema “acumula mais de 300 unidades em operação” e tem uma “trajetória iniciada em 2006”, com validação em requisitos operacionais reais, conforme informação divulgada pelo Defesa em Foco.

REMAX 4 amplia proteção e modernização das tropas

O REMAX 4 combina operação remota, redução de exposição do operador e alta precisão, capacidades que o tornam adequado para cenários operacionais complexos.

Recursos como estabilização em dois eixos, sensores optrônicos, câmera termal, telêmetro laser e acompanhamento automático de alvos colocam o sistema em um patamar tecnológico alinhado às demandas contemporâneas.

Essa configuração permite aumentar a efetividade em combate, ao mesmo tempo em que melhora a proteção ao combatente, reduzindo riscos em missões de vigilância e engajamento.

Parceria ARES e CTEx e fortalecimento da Base Industrial de Defesa

A solução foi desenvolvida pela ARES em parceria com o Centro Tecnológico do Exército, o CTEx, e chega à padronização após evolução tecnológica contínua.

A padronização reforça a relevância dessa cooperação entre indústria e Força, preserva conhecimento tecnológico e amplia a autonomia nacional em sistemas críticos de defesa.

O reconhecimento institucional do REMAX 4 projeta continuidade e oportunidades para evolução tecnológica e para outros projetos nacionais, fortalecendo a Base Industrial de Defesa.

Autonomia tecnológica e implicações estratégicas

A oficialização do REMAX 4 insere-se em um debate maior sobre soberania tecnológica, ao sinalizar a importância de políticas de longo prazo para o fortalecimento da autonomia estratégica.

Mais do que a padronização de um equipamento, a decisão destaca a necessidade de manter capacidades críticas desenvolvidas localmente, para reduzir dependência externa e garantir prontidão operacional.

Com o sistema consolidado em campo e reconhecido formalmente, o Exército abre caminho para que soluções nacionais tenham papel central na modernização e na independência em defesa.

Nos siga nas redes sociais

Últimas Notícias

- Advertisement - spot_imgspot_img

Notícias Relacionadas

IME leva Engenharia Militar ao Arraiá Aéreo em Bauru,...

No Aeródromo de Bauru, quatro alunos do IME explicaram processo seletivo, rotina acadêmica e áreas de atuação,...

Marinha do Brasil recebe delegação naval do Egito para...

Delegação egípcia liderada pelo Contra-Almirante Mahmoud Abdel Sattar Amin Mohamed conheceu o Comando de Operações Marítimas e...

Primeiro pouso do SH-16 no Navio-Escola Brasil valida operações...

A realização do primeiro pouso do SH-16 no Navio-Escola Brasil confirma avanços na certificação VSA, amplia logística...

Sobrevivência na Caatinga: 8 regras essenciais que salvam vidas...

Guia prático de sobrevivência na Caatinga com dicas sobre hidratação, horários de deslocamento, sinais de desorientação, respeito...

Precursores paraquedistas do Exército treinados no CIGS em Manaus...

No Centro de Instrução de Guerra na Selva, precursores paraquedistas ampliaram técnicas de sobrevivência, obtenção de recursos...

CONDOR amplia presença na Europa com MoU estratégico na...

Acordo com Business France busca mapear colaborações industriais e tecnológicas, fomentar investimentos na França e acelerar a...