terça-feira
12 maio

Marinha do Brasil afunda navio-alvo, afundamento do Mattoso Maia em operação de tiro real no RJ valida emprego integrado de navios, aeronaves e tropas

Operação ‘Lançamento de Armas IV/2025’ reforçou adestramento, testou sistemas de armas e logística em alto mar, e confirmou o afundamento controlado do casco alvo

Entre os dias 7 e 13 de dezembro, a Marinha do Brasil realizou um exercício de tiro real para elevar o nível de preparo da Esquadra.

O treinamento incluiu emprego combinado de meios de superfície, aéreos e tropas especializadas, em um cenário que simulou combate naval.

O desfecho foi o afundamento controlado do casco do ex-Navio de Desembarque de Carros de Combate Mattoso Maia, em operação conduzida pela Força Naval, conforme informação divulgada pela Marinha do Brasil.

Aspectos técnicos do exercício de tiro real

Para criar um alvo seguro e controlado, o casco foi rebocado pelo Navio de Apoio Oceânico Purus até a área de exercício, localizada a mais de 100 milhas náuticas da costa.

A Operação ‘Lançamento de Armas IV/2025’ empregou canhões navais, sistemas de direção de tiro e sensores integrados, com validação de doutrinas e procedimentos operacionais.

Participaram a Fragatas Independência, Defensora e Liberal, além da Corveta Barroso, permitindo testar a coordenação entre diferentes classes de navios.

Emprego de aviação e apoio especializado

A Aviação Naval atuou com aeronaves SH-16 Seahawk e AF-1 Skyhawk, executando missões de ataque e apoio aéreo aproximado, ampliando a complexidade do exercício.

Um destacamento de Mergulhadores de Combate foi empregado em tarefas de segurança e ações táticas no mar, integrando-se às operações de superfície e aéreas.

Impacto operacional e relevância estratégica

Atividades desse nível são essenciais para manter a prontidão operacional da Esquadra, identificando ajustes técnicos e elevando a confiança das tripulações em cenários reais de combate naval.

O exercício também reforça a capacidade de dissuasão da Marinha do Brasil e a proteção das Linhas de Comunicação Marítimas, vitais para o comércio exterior e a segurança energética do país.

Com o afundamento controlado do casco, a Força Naval validou procedimentos de emprego integrado e demonstrou controle logístico e ambiental em operações de tiro real.

Para sugestões de pauta ou correções, a Marinha mantém canais de comunicação com a imprensa e o público, fortalecendo a transparência sobre treinamentos e operações.

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