Mário Pereira deixou relatos vivos das batalhas na Itália e dedicou décadas a preservar a história da Força Expedicionária Brasileira, inspirando civismo
Mário Pereira morreu aos 104 anos e com isso o Brasil perde mais um representante direto da geração que serviu na Segunda Guerra Mundial.
Veterano da Força Expedicionária Brasileira, ele lutou no Teatro de Operações na Itália, experiência que carregou com orgulho e responsabilidade ao longo da vida.
Sua trajetória pública ajudou a manter viva a memória dos pracinhas, reforçando valores como coragem, dever e amor à Pátria, conforme informação divulgada pelo Defesa em Foco e pela coluna “Gente é Fatos”, do jornal Ilha Notícias.
Trajetória na FEB e combates na Itália
Como muitos brasileiros enviados ao exterior, Mário Pereira participou de combates difíceis no front italiano, contexto que marcou sua geração e a história militar do país.
A participação brasileira na Segunda Guerra Mundial é vista como um marco da projeção internacional do Brasil e do amadurecimento das Forças Armadas, cenário em que a experiência de veteranos da FEB ganha destaque.
Memória e civismo, relatos que educam
Morador da Ilha do Governador, ele preservou lembranças e relatou episódios da guerra em entrevistas e colunas, mantendo vivo o registro sobre a atuação dos brasileiros no conflito.
Ao longo dos anos, Mário Pereira tornou-se fonte de inspiração para jovens, ao enfatizar dever, coragem e o compromisso com a liberdade, valores que transmitia em encontros e relatos públicos.
Legado e despedida
A partida de Mário Pereira simboliza a perda gradual de uma geração que participou diretamente da Segunda Guerra, e ressalta a importância de preservar testemunhos e documentos históricos.
Instituições, familiares e leitores são lembrados da necessidade de manter viva a memória dos ex-combatentes da FEB, para que seus exemplos permaneçam presentes no imaginário nacional.
Como contribuir com a preservação
Relatos, acervos e depoimentos ajudam a construir a memória coletiva, e iniciativas locais e jornalísticas continuam a registrar e divulgar essas histórias, mantendo o legado de pracinhas como Mário Pereira.
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