quarta-feira
13 maio

Jet skis em Maragogi proibidos, multa diária de R$ 5 mil e apreensão imediata, fiscalização segue decreto de 2021 e reacende debate sobre controle no litoral de Alagoas

Em Maragogi, fiscalização contra jet skis em Maragogi proíbe uso comercial em toda a orla, com apreensão imediata e multa diária de R$ 5 mil, para proteger banhistas e recifes

A medida entrou em vigor nesta quarta-feira, em uma operação voltada para a segurança de banhistas e para a preservação ambiental da orla. A ação determina fiscalização rígida sobre o aluguel e o uso comercial de motos aquáticas.

Trabalhadores do setor reagiram com protestos, enquanto autoridades defendem a necessidade de controle em áreas sensíveis, como bancos de areia e recifes de corais. A decisão também trouxe à tona a falta de uma política coordenada em todo o litoral do estado.

Conforme informação divulgada pela Prefeitura de Maragogi

O que diz a nova fiscalização

Segundo o anúncio do município, “A Maragogi iniciou nesta quarta-feira (14) uma operação de fiscalização que proíbe o uso comercial de jet skis em toda a orla da cidade, com apreensão imediata e multa diária de R$ 5 mil.” A medida, conforme o texto oficial, cumpre recomendação do Ministério Público e se baseia em decreto municipal de 2021.

Impacto na orla e no turismo local

O objetivo declarado é reduzir acidentes, conflitos com jangadeiros e barqueiros, e minimizar danos a áreas de recife. Alguns frequentadores relataram mais tranquilidade na praia com a ausência das motos aquáticas, aumento da presença de famílias e crianças na água, e menos atrito entre usuários e trabalhadores tradicionais.

Reação dos trabalhadores e risco de migração da atividade

Pilotos, instrutores e equipes que dependem da atividade organizaram protestos em frente à prefeitura, alegando perda de renda imediata para diversas famílias. Especialistas alertam que, sem uma atuação coordenada entre municípios, a proibição em Maragogi pode simplesmente deslocar o uso irregular de jet skis para praias vizinhas, sem resolver o problema no nível estadual.

Necessidade de atuação integrada

Setores do turismo e da segurança marítima defendem uma estratégia integrada, com prefeituras fiscalizando o uso do solo e a atividade econômica na orla, e a Marinha do Brasil atuando na segurança da navegação e no tráfego aquaviário. O Ministério Público passa a exigir relatórios, registros fotográficos e comprovação efetiva das fiscalizações, especialmente em áreas de recifes e bancos de areia.

Para quem quiser contribuir com informações ou sugerir pautas, o canal indicado é o WhatsApp 21 99459-4395, conforme comunicado recebido pelo município.

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