Blindados como Guarani, Cascavel, Urutu e Leopard entram em modernização, com digitalização do campo de batalha, indústria nacional fortalecida e treinamento no CIBld
O Exército Brasileiro intensifica a incorporação de blindados modernos para elevar proteção, mobilidade e capacidade de fogo das suas tropas.
A transformação atinge unidades de Infantaria Mecanizada e Cavalaria Blindada, com ênfase em veículos modulares e sistemas digitais.
Os investimentos combinam renovação de viaturas, doutrina e indústria nacional, visando operações mais integradas e resilientes,
conforme informação divulgada pelo Defesa em Foco
Blindados e a modernização da capacidade de combate
Os blindados em serviço fornecem proteção balística e mobilidade para agir em terrenos variados, aumentando a sobrevivência da tropa.
Veículos como o Guarani representam um salto tecnológico ao integrar transporte de tropas, modularidade e sistemas modernos de comando.
Meios consagrados, como Cascavel, Urutu e Leopard, permanecem relevantes após processos de modernização, garantindo dissuasão em cenários de maior intensidade.
Formação, doutrina e o papel do CIBld
A excelência no emprego dos blindados depende da formação do pessoal, com ênfase no preparo de oficiais e praças para conduzir frações blindadas.
O CIBld desenvolve e difunde a doutrina de emprego, integrando simulação, exercícios no terreno e coordenação com outras armas.
Essa instrução prepara os militares para decisões rápidas e coordenadas em ambientes complexos, com foco na interoperabilidade e sobrevivência da força.
Digitalização, indústria nacional e operações multidomínio
O programa Forças Blindadas vai além de aquisição de viaturas, ao incluir a digitalização do campo de batalha, com comando e controle avançado, comunicações e sensoriamento.
Essas capacidades permitem operações multidomínio, integrando forças terrestres, aéreas e cibernéticas, melhorando a consciência situacional e a velocidade de reação.
A modernização também fortalece a indústria nacional de defesa, gerando empregos qualificados, transferência de tecnologia e maior autonomia estratégica.
Participação e acompanhamento
Leitores podem enviar sugestões de pauta ou comunicar erros ao Defesa em Foco pelo WhatsApp 21 99459-4395, contribuindo para a cobertura e atualização das informações.


