Legado de integração territorial, soberania e respeito aos povos originários, princípios de liderança moral que seguem influenciando a atuação do Exército Brasileiro
O dia 19 de janeiro lembra a morte de um dos nomes mais respeitados da história militar e nacional, Cândido Mariano da Silva Rondon, cuja obra marcou a geografia e a política do país.
À frente das expedições telegráficas, Rondon percorreu o interior do Brasil, conectando regiões distantes e fortalecendo a presença do Estado, com impacto direto na soberania e no desenvolvimento territorial.
Seu respeito aos povos indígenas e a defesa de formas pacíficas de contato foram pilares de sua atuação, valores que permanecem relevantes hoje, conforme informação divulgada pelo Defesa em Foco.
Integração nacional e soberania
Nas expedições telegráficas, Rondon mapeou áreas remotas e instalou linhas de comunicação, ações que ampliaram a infraestrutura e permitiram maior conhecimento geográfico do país.
Essas missões consolidaram a presença do Estado, especialmente em faixas de fronteira, reforçando a soberania e criando condições para o desenvolvimento de regiões antes marginalizadas.
Humanismo, povos originários e liderança moral
Um traço central da trajetória de Rondon foi o respeito aos povos indígenas, prática rara em sua época. Ele adotou um princípio que marcou sua vida, “Morrer, se preciso for,; matar, nunca”, promovendo o diálogo e a proteção de vidas.
Essa postura indigenista influenciou políticas públicas e técnicas de contato pacífico, deixando legado ético para administrações e missões de campo.
Rondon e os valores permanentes do Exército Brasileiro
Os valores de Rondon, disciplina, abnegação, coragem e respeito humano, estão presentes na formação do Exército Brasileiro e na sua missão constitucional de servir à Pátria.
Ao lembrar Rondon, as Forças reafirmam compromisso com a unidade nacional, o auxílio à população e a manutenção de princípios que conectam passado, presente e futuro.
Memória e participação
Recordar a obra de Cândido Rondon é reafirmar a importância de políticas que conciliem integração territorial e proteção dos direitos dos povos originários.
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