Na Estação das Docas, a Corveta Solimões recebe visitantes entre 28 de janeiro e 28 de fevereiro, de terça a domingo, das 10h às 18h, com entrada gratuita e roteiros educativos
A Marinha do Brasil abriu à visitação gratuita a Corveta Solimões, atracada na Estação das Docas em Belém, permitindo que moradores e turistas conheçam de perto um dos navios mais emblemáticos da Força Naval.
A visitação ocorre entre os dias 28 de janeiro e 28 de fevereiro, de terça a domingo, das 10h às 18h, com entrada gratuita. O navio não funciona às segundas-feiras.
A iniciativa integra o patrimônio militar ao turismo local e amplia o acesso de estudantes e famílias a experiências educativas sobre vida naval, rotina de bordo e história marítima, conforme informação divulgada pela Marinha do Brasil.
História e legado naval
A Corveta Solimões integrou uma geração de meios navais voltados à patrulha e defesa das águas jurisdicionais brasileiras, com destaque para a atuação na Amazônia Azul.
Descomissionada em 2003, a embarcação foi preservada como patrimônio histórico naval, permitindo a visitação de compartimentos internos e a manutenção da memória operacional da Força.
Visitação, horários e orientações
Os interessados podem embarcar sem custo durante o período de visitação, aproveitando roteiros que mostram sistemas de bordo e áreas da rotina dos marinheiros.
Reforçamos que entre os dias 28 de janeiro e 28 de fevereiro, de terça a domingo, das 10h às 18h, com entrada gratuita, e que o navio não funciona às segundas-feiras, informações essenciais para o planejamento da visita.
Navio-museu como instrumento educativo
Transformada no primeiro navio-museu da região Norte, a Corveta Solimões é usada como ferramenta para difundir a cultura marítima e aproximar a sociedade das atividades da Marinha.
A presença do navio na Estação das Docas reforça o papel do patrimônio militar na valorização cultural e turística de Belém, favorecendo o contato direto entre público e história naval.
Reabertura e preservação
A reabertura ao público segue reparos realizados na Base Naval de Val de Cães, reafirmando o compromisso institucional com a conservação do acervo e com a abertura à sociedade.
Ao preservar e exibir a embarcação, a Marinha contribui para a formação cidadã e para o reconhecimento do papel estratégico do poder naval na história e no presente do Brasil.


