Exercício prático de terreno do Curso de Aperfeiçoamento em Guerra Anfíbia e Expedicionária integra teoria e campo, visando aprimorar comando tático e capacidade expedicionária
Alunos do Curso de Aperfeiçoamento de Guerra Anfíbia e Expedicionária levaram para o terreno as técnicas estudadas em sala, em uma fase inicial essencial para a formação de comandantes.
A atividade, realizada entre os dias 18 e 22 de janeiro na região da AMAN, exigiu adaptação ao terreno, coordenação de frações e liderança sob pressão, aspectos centrais à instrução dos Fuzileiros Navais.
No total, a etapa representou um primeiro contato prático que conecta planejamento, iniciativa e execução em ambientes operacionais complexos.
conforme informação divulgada pelo Defesa em Foco
Formação de líderes para o Corpo de Fuzileiros Navais
O C-Ap-GAnfE é ministrado pelo Centro de Instrução Almirante Sylvio de Camargo, e destina-se a Oficiais Fuzileiros Navais, Oficiais Auxiliares Fuzileiros Navais e Oficiais do Quadro Complementar, no primeiro ano do posto de Segundo-Tenente.
O curso busca capacitar para o comando de pelotão e de companhia, reforçando habilidades de liderança, planejamento e tomada de decisão, essenciais para o nível tático.
“Ao todo, 50 alunos, entre eles duas Oficiais, participaram do exercício, que integra a fase inicial do curso e tem como objetivo preparar líderes para os desafios do comando no nível tático.”
Operações ofensivas e defensivas no terreno
Durante o adestramento os participantes receberam instruções voltadas às operações ofensivas e defensivas, com ênfase na iniciativa e na exploração das vulnerabilidades do adversário.
As atividades incluíram técnicas de progressão, ocupação de posições e coordenação de frações, exigindo raciocínio tático e capacidade de liderança sob pressão, competências centrais ao emprego dos Fuzileiros Navais.
Preparo expedicionário e prontidão operacional
O exercício reforçou o caráter expedicionário da Força, ao integrar a instrução teórica e prática e ao ampliar a aptidão dos oficiais para atuar em cenários variados.
Segundo a descrição da formação, “A formação abrange operações ofensivas, defensivas, ribeirinhas e anfíbias, em diferentes ambientes operacionais, assegurando que os futuros comandantes estejam aptos a atuar em cenários variados e complexos, mantendo o elevado padrão de prontidão operacional da Marinha do Brasil.”
O estágio em Resende representou, portanto, uma etapa decisiva no desenvolvimento das capacidades operacionais, consolidando o preparo dos futuros comandantes para missões anfíbias e expedicionárias.


