Operação Escudo reforça a vigilância e o apoio social na faixa de fronteira do noroeste do Amazonas, combinando patrulhamento fluvial, controle territorial e atendimento médico em localidades remotas
No contexto da Operação Escudo, tropas do Exército intensificaram a presença na região conhecida como Cabeça do Cachorro, no noroeste do Amazonas.
As ações uniram patrulhamento e atividades de apoio à população, em áreas de difícil acesso e baixa densidade demográfica.
As informações sobre as operações e atendimentos foram divulgadas pela fonte de defesa, conforme informação divulgada pelo Defesa em Foco.
Reconhecimento de Fronteira e controle territorial
No dia 27 de janeiro de 2026, o Comando de Fronteira Rio Negro/5º Batalhão de Infantaria de Selva realizou ações de Reconhecimento de Fronteira, conhecidas como REFRON, para reforçar o controle da faixa de fronteira.
O patrulhamento na calha do rio Içana ampliou a fiscalização do tráfego de pessoas e embarcações, dificultando a circulação de ilícitos e fortalecendo a presença do Estado brasileiro em uma área sensível do território.
Capacidade operacional do 3º Pelotão Especial de Fronteira
A Operação Escudo incorporou o emprego do 3º Pelotão Especial de Fronteira (PEF) – São Joaquim, demonstrando a capacidade das tropas de selva para atuar em ambientes hostis e isolados.
As ações seguem doutrina específica para operações na Amazônia, combinando patrulhamento fluvial, fiscalização e presença dissuasória, o que contribui para a estabilidade regional e reafirma a autoridade do Estado na fronteira norte.
Ação Cívico-Social e apoio às comunidades indígenas
Paralelamente ao esforço militar, houve atividades de Ação Cívico-Social, chamadas ACISO, voltadas ao apoio humanitário das populações amazônicas.
Na Comunidade Indígena de Uarirambá foram prestados atendimentos médicos e odontológicos, garantindo assistência básica de saúde a famílias em localidades remotas e de difícil acesso.
Essas ações buscam fortalecer os laços de confiança entre o Exército e os povos originários, ampliando a presença institucional de forma positiva e colaborativa, e integrando segurança e serviço social na fronteira.


