Ampliação da logística militar mira cadeias resilientes, integração com a 1ª Região Militar, modernização da estrutura do CML, e formação de pessoal para resposta rápida
A logística voltou a ser tratada como fator decisivo para a capacidade de ação do Exército, e deixou de ser vista apenas como atividade de apoio.
O Núcleo de Estudos Estratégicos do Comando Militar do Leste reuniu-se no Palácio Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, para debater projetos e adaptação das estruturas logísticas.
As iniciativas visam aumentar a fluidez do apoio, reduzir tempos de resposta e alinhar recursos com as necessidades operacionais atuais.
Conforme informação divulgada pelo Comando Militar do Leste.
Logística como eixo central da operacionalidade
Na reunião do Núcleo de Estudos Estratégicos, a logística militar foi colocada como elemento central para sustentar tropas modernas e móveis.
O debate enfatizou a necessidade de cadeias logísticas eficientes e integradas desde o tempo de paz, para garantir prontidão e capacidade de resposta.
Projetos estruturantes e desafios logísticos
Entre os projetos em discussão está a mecanização do Grupamento de Unidades-Escola da 9ª Brigada de Infantaria Motorizada, mudança que traz requisitos novos de manutenção, suprimento e transporte.
A expansão da capacidade de guerra eletrônica também foi destacada, por depender de infraestrutura tecnológica e de um suporte logístico altamente especializado.
Planejamento estratégico, inovação e Base Industrial de Defesa
O Núcleo atua como estrutura permanente de planejamento e mantém interlocução com o Centro de Estudos Estratégicos do Exército, buscando coerência entre diretrizes regionais e da Força Terrestre.
O colegiado promove diálogo com instituições acadêmicas, pesquisadores e a Base Industrial de Defesa, visando convergência entre logística, inovação e indústria para fortalecer o sistema nacional de ciência e tecnologia.
As ações planejadas pelo Comando Militar do Leste buscam, em conjunto com a 1ª Região Militar e o ecossistema logístico do Exército, otimizar recursos e preparar a Força para cenários operacionais mais complexos.
O comunicado também disponibilizou contato para participação e sugestões, WhatsApp 21 99459-4395.


