segunda-feira
9 fevereiro

Comandante Militar da Amazônia visita o CIGS em Manaus, avalia preparo operacional e define diretrizes para 2026 na principal escola de guerra na selva do País

Comandante Militar da Amazônia em Manaus, visita ao CIGS em 27 de janeiro fortalece a preparação operacional, destaca papel estratégico do Centro e orienta prioridades de liderança e doutrina

A presença do Comandante Militar da Amazônia no Centro de Instrução de Guerra na Selva, em Manaus, reforça o acompanhamento do preparo operacional da Força Terrestre na região.

Na agenda de 27 de janeiro, o General de Exército Viana Filho conheceu as atividades de formação, avaliou a aplicação da doutrina de selva e verificou a adequação das instalações às exigências operacionais atuais.

O encontro serviu também para a emissão de diretrizes voltadas à liderança, à doutrina e ao ano de instrução de 2026, com foco na prontidão das tropas para atuar na Amazônia.

conforme informação divulgada pelo Exército Brasileiro.

O papel estratégico do CIGS no preparo da Força Terrestre

O Centro de Instrução de Guerra na Selva, o CIGS, é reconhecido nacional e internacionalmente pela formação de militares capazes de operar em um dos ambientes mais complexos do mundo, a floresta amazônica.

Ao visitar o CIGS, o Comandante Militar da Amazônia reafirmou a centralidade do centro no preparo da Força Terrestre para missões de defesa da soberania, presença permanente e operações na região.

Diretrizes de comando e planejamento para 2026

Recebido pelo coronel Prazeres, comandante do CIGS, o General Viana Filho conheceu em detalhe os trabalhos em andamento e apontou prioridades para o ano de instrução de 2026.

Entre as orientações, destacam-se a ênfase na formação de lideranças, a atualização da doutrina de selva e a adequação de rotinas e projetos às demandas estratégicas do Comando Militar da Amazônia.

Impacto operacional e projeção estratégica na Amazônia

O acompanhamento direto das atividades permite ao comando avaliar a qualidade da instrução e garantir que as tropas saiam do CIGS prontas para missões de fronteira, operações de presença e apoio às populações locais.

Ao percorrer as instalações e observar as fases de formação, o Comandante Militar da Amazônia reforçou o compromisso do Exército Brasileiro com a proteção da Amazônia, com a defesa da soberania nacional e com a manutenção de uma força altamente preparada.

Reflexos institucionais e próximos passos

A visita consolida o diálogo entre comando e instrução, e tende a orientar investimentos e ações futuras no CIGS, com foco em capacitação, modernização e interoperabilidade com unidades regionais.

As diretrizes emitidas pelo General Viana Filho devem guiar a rotina do CIGS ao longo de 2026, garantindo que a formação esteja alinhada às exigências operacionais impostas pelo ambiente amazônico.

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