Segunda fase do Concurso EsPCEx reúne inspeção de saúde, exame de aptidão física, avaliação psicológica e verificação de requisitos legais para definir candidatos aptos à carreira
O Exército Brasileiro deu seguimento a uma etapa decisiva na formação de sua futura liderança, ao começar a segunda fase do processo seletivo na Escola Preparatória de Cadetes do Exército, a EsPCEx.
A fase atual concentra avaliações eliminatórias que medem preparo físico, equilíbrio emocional, saúde e requisitos legais, com objetivo de manter a seleção pautada pela meritocracia.
Os detalhes sobre a organização e os critérios das provas foram divulgados pela instituição, conforme informação divulgada pelo Exército Brasileiro.
Processo seletivo rigoroso e critérios objetivos
A EsPCEx conduz uma etapa composta por inspeção de saúde, exame de aptidão física, avaliação psicológica e verificação dos requisitos legais para a matrícula, com caráter eliminatório.
A própria instituição descreve a etapa como “segunda fase do Concurso de Admissão ao Curso de Formação e Graduação de Oficiais da Linha de Ensino Militar Bélico”, o que reforça o caráter formal e estruturado desse momento.
O modelo privilegia a meritocracia e busca assegurar que apenas candidatos com plena capacidade física, equilíbrio emocional e perfil vocacional compatível avancem.
Formação inicial, ingresso e continuidade na carreira
Os aprovados dentro do limite de vagas ingressam na EsPCEx como alunos da ativa e iniciam um percurso que integra ensino acadêmico, treinamento militar e desenvolvimento de valores éticos.
Após a conclusão do curso na EsPCEx, os alunos seguem para a Academia Militar das Agulhas Negras, a AMAN, onde prosseguem a formação como futuros oficiais das Armas, do Quadro de Material Bélico ou do Serviço de Intendência.
O conjunto de etapas visa consolidar competências de comando, gestão de tropas e comportamento profissional exigido para a carreira militar.
Integração institucional e papel social
A apresentação dos candidatos incluiu uma dinâmica de acolhimento que permitiu a participação de familiares e fortaleceu o vínculo entre a EsPCEx, os jovens e a sociedade.
Essa aproximação contribui para o sentimento de pertencimento e para a compreensão do papel social desempenhado pelo Exército Brasileiro, indo além da avaliação técnica, ao incorporar aspectos humanos e éticos fundamentais.


