Barra de São Miguel implementa o ordenamento da orla marítima como modelo em Alagoas, com planejamento conjunto entre município, setor turístico, iniciativa privada e a Marinha do Brasil
A Barra de São Miguel se tornou exemplo prático de ordenamento da orla marítima em Alagoas, ao organizar usos da faixa costeira para banhistas, esportes náuticos e tráfego de embarcações.
O plano local combina sinalização, fiscalização e definição clara de áreas de uso, com participação da Prefeitura, do setor privado e da Autoridade Marítima, melhorando a convivência entre usuários do mar.
A experiência foi citada como referência em reunião promovida pela Marinha do Brasil com gestores municipais na Associação dos Municípios Alagoanos, conforme informação divulgada pela Marinha do Brasil.
Ordenamento da orla como instrumento de segurança marítima
Enquanto a Capitania dos Portos de Alagoas alerta para a disputa do espaço entre embarcações e banhistas, a Barra de São Miguel demonstrou que o ordenamento da orla marítima reduz riscos, especialmente com o uso irregular de motos aquáticas.
A definição de áreas específicas para banhistas, esportes e tráfego, aliada à sinalização adequada e à fiscalização, contribuiu para um ambiente mais seguro e organizado, principalmente na alta temporada.
Impactos sociais, turísticos e ambientais
O modelo adotado na Barra de São Miguel não só aumentou a segurança, como também gerou efeitos positivos para a economia local e para a qualidade dos serviços turísticos.
Ao qualificar a oferta e proteger trechos sensíveis, o ordenamento da orla marítima ajuda na preservação ambiental e fortalece a confiança de moradores e visitantes, consolidando o município como destino melhor preparado.
Modelo de gestão integrada que inspira outros municípios
A experiência reforça a orientação da Marinha para que prefeituras elaborem planos de uso e ocupação das águas em parceria com órgãos ambientais, turismo e setor privado.
Seguir a prática adotada em Barra de São Miguel significa investir em segurança, sustentabilidade e desenvolvimento econômico, e, nas palavras divulgadas pela fonte, o ordenamento representa um “caminho sem volta” para o litoral alagoano.


